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Campeonato Paulista da 2° divisão: São José cede empate ao Osasco no final

O Martins Pereira mais uma vez recebeu um bom público para acompanhar a Águia do Vale, seja em qual divisão esteja o São José. Mas foi o que Osasco assumiu a liderança do Grupo 6 da segunda fase do Campeonato Paulista da 2ª Divisão na noite desta terça-feira ao empatar com o São José, por 1 a 1. A partida realizada no Vale do Paraíba encerrou a segunda rodada. Com os mesmos quatro pontos que o Itararé, o Osasco está na liderança porque leva vantagem no gols pró (3 contra 2). Já o São José viu a vitória escapar aos 41 minutos do segundo tempo e é o terceiro colocado, com dois pontos.
O primeiro tempo foi bastante equilibrado, com os dois times criando boas oportunidades, mas o o São José mostrou mais competência para abrir o placar aos 39 minutos, com Cazu, de cabeça, após cruzamento de Brenner. Na etapa final, os donos da casa poderiam ter ampliado e foram castigados aos 41 minutos, quando Peterson aproveitou escanteio cobrado na primeira trave e deixou tudo igual. Os Joseenses reclamaram de falta na origem a jogada que originou em escanteio para os visitantes. No lance, o goleiro Robert se lesionou e, como o São José já havia feito três alterações, o volante Bruno foi para o gol. E a virada só não saiu nos acréscimos porque o chute de Marlon explodiu no travessão. Então foi a vez dos jogadores do Osasco reclamaram pela arbitragem não ter dado acréscimo pela paralisação com a lesão do goleiro Joseense.

Foto: Danilo Sardinha

Jandrei repete Danilo, pega dois pênaltis e Chape avança na Sul-Americana

A Chapecoense, pela Copa Sul-Americana, nesta terça-feira, na Arena Condá, devolveu a derrota por 1 a 0, com gol de cabeça de Túlio de Melo, que havia sofrido para o Defensa y Justicia na Argentina e assegurou a sua classificação às oitavas de final na disputa de pênaltis, com vitória por 4 a 2. Mariano Bareiro e Daniel González pararam na marca da cal em defesas do goleiro Jandrei, herói da noite. O adversário da Chapecoense nas oitavas de final sairá do vencedor do duelo entre Palestino, do Chile, e Flamengo. No jogo de ida, o time brasileiro atuou como visitante e goleou por 5 a 2. Antes de voltar a se preocupar com o torneio continental, contudo, a equipe catarinense terá que se ocupar novamente com o Campeonato Brasileiro. Enfrentará o lanterna Atlético-GO no domingo, na Arena Condá.
No princípio da partida, o time argentino quase aumentou a sua vantagem no confronto. Juan Kaprof teve uma chance de abrir o placar, na pequena área, mas chutou para fora. A Chapecoense aos 25, conseguiu marcar o gol. Reinaldo cobrou escanteio na área, e Túlio de Melo saltou com estilo para cabecear para dentro antes de comemorar com piruetas. O time argentino continuou a aceitar a presença do brasileiro em seu campo de jogo e ainda fez substituições conservadoras. A dupla de ataque formada por Juan Kaprof e Ciro Rius saiu para a entrada de Matías Sosa e Daniel González.
A Chapecoense tinha dificuldades para passar pelo bloqueio do Defensa y Justicia e as jogadas de bola parada, como a que resultou no gol de Túlio de Melo, pareciam ser a esperança para evitar a disputa de pênaltis. Aos 26 minutos, apareceu a grande oportunidade em lance em movimento – Lucas Marques fez ótima enfiada de bola para Arthur Caíke, que ficou diante do goleiro Gabriel Arias e errou o alvo. Vinícius Eutrópio escolheu as entradas de Lourency, Lucas Mineiro e Wellington Paulista nas vagas de Seijas, Lucas Marques e Túlio de Melo, mas o panorama da partida não acompanhou as mudanças. O Defensa y Justicia até assustou vez ou outra, como quando Daniel González ficou em liberdade dentro da área e mandou para fora.
A decisão foi mais uma vez para os pênaltis. O gol sorteado na moeda para as cobranças foi aquele que é conhecido como "Gol Danilo", pelas defesas heróicas do saudoso goleiro Danilo Padilha que levaram a Chapecoense ao título da Copa Sul-Americana de 2016. E as cenas de alegria para o Verdão do Oeste se repetiram. Luiz Antônio, Wellington Paulista, Fabrício Bruno e Lourency converteram as suas cobranças pela Chapecoense, enquanto Luis Jérez e Hernán Fredes não desperdiçaram pelo Defensa y Justicia, que viu Mariano Bareiro e Daniel González pararem em defesa do goleiro Jandrei. A Chapecoense é gigante!

FICHA TÉCNICA

CHAPECOENSE 1 (4) X (2) 0 DEFENSA Y JUSTICIA

Local: Arena Condá, em Chapecó (SC)
Data: 25 de julho de 2017, terça-feira
Horário: 19h15 (de Brasília)
Árbitro: Daniel Fedorczuk (URU)
Assistentes: Miguel Nievas (URU) e Gabriel Popovits (URU)
Público total: 11.324 espectadores
Renda: R$ 280.370,00
Cartões amarelos: Lucas Marques, Reinaldo (Chapecoense); Adrián Cubas (Defensa y Justicia)
Gol: CHAPECOENSE: Túlio de Melo, aos 25 minutos do primeiro tempo

CHAPECOENSE: Jandrei; Apodi, Douglas Grolli, Fabrício Bruno e Reinaldo; Moisés Ribeiro, Luiz Antônio, Lucas Marques (Lucas Mineiro) e Seijas (Lourency); Túlio de Melo (Wellington Paulista) e Arthur Caíke
Técnico: Vinícius Eutrópio

DEFENSA Y JUSTICIA: Gabriel Arias; Pablo Alvarado, Luis Jérez e Mariano Bareiro; Ignacio Rivero, Leonel Miranda, Adrián Cubas, Gonzalo Castellani (Hernán Fredes) e Rafael Delgado; Juan Kaprof (Matías Sosa) e Ciro Rius (Daniel González)
Técnico: Nelson Vivas

Fábio Carille promove quatro alterações no Corinthians que enfrenta o Patriotas

Cássio; Léo Príncipe (Fagner), Balbuena, Pedro Henrique e Guilherme Arana; Gabriel, Maycon, Marquinhos Gabriel, Giovanni Augusto e Clayton; Kazim. Essa deve ser a equipe titular do Corinthians para enfrentar o Patriotas na partida desta quarta-feira, contra o Patriotas-COL, às 21h45 (de Brasília), no estádio de Itaquera, válida pela volta da segunda fase da Copa Sul-Americana. Fábio Carille viu a oportunidade de dar chances ao lateral direito Léo Príncipe, ao atacante Clayton e ao centroavante Kazim contra os colombianos. Léo, que ocupou a vaga de Fagner, poupado, é o único que não tem garantia de participação na partida. O camisa 23 não foi a campo no treino desta terça, no CT Joaquim Grava, mas ainda pode ser utilizado por Carille. 
Marquinhos Gabriel, Giovanni Augusto e Clayton devem formar um trio para municiar Kazim. O turco substituirá Jô, que pouco participou da atividade no gramado, sendo liberado da movimentação à parte realizada pelos reservas. Marquinhos, que estava suspenso contra o Flu, retorna ao time pela direita, já que Jadson está machucado, enquanto Giovanni fará a função de Rodriguinho, pelo meio. Na esquerda está o atacante Clayton, que fará somente a sua segunda partida como titular da equipe, algo que não acontece desde o duelo de ida da quarta fase da Copa do Brasil, no dia 12 de abril, contra o Internacional, no Beira-Rio, na vaga de Romero.

Foto: Djalma Vassão

O Pastor Voltou: Com lesão de Kayke, é antecipado o retorno de Ricardo Oliveira

Kayke não estará em campo na ‘decisão’ contra o Flamengo, nesta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), na Vila Belmiro, pela volta das quartas de final da Copa do Brasil. O atacante teve constatado um edema na coxa esquerda e desfalcará o Peixe por pelo menos duas semanas. Então Levir Culpi deve promover o retorno de Ricardo Oliveira e o alvinegro deve entrar em campo nesta quarta com: Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Jean Mota; Yuri, Vecchio e Lucas Lima; Bruno Henrique, Copete e Ricardo Oliveira.
Ricardo Oliveira não atua desde o dia 3 de junho, na derrota para o Corinthians, em Itaquera. De lá pra cá, o camisa 9 se recuperou de uma contusão no tornozelo e também ficou afastado dos gramados por causa de uma pneumonia. O centroavante já vem treinando com bola desde o último dia 18, porém, seu retorno só era esperado para o duelo contra o Grêmio, no próximo domingo, em Porto Alegre, pelo Brasileirão. O lateral-direito Victor Ferraz também deve voltar ao time, recuperado de uma contusão no joelho esquerdo, sofrida no clássico contra o São Paulo e entrará na vaga de Daniel Guedes, de boas exibições quando teve a oportunidade.

Foto: Ivan Storti/Santos FC

Muricy Ramalho comparece ao velório de Waldir Peres: "Ele não foi tão valorizado"

Acontece nessa terça-feira o velório de Waldir Peres, no Cemitério Gethsêmani, na zona sul da capital paulista. Nomes como Muricy Ramalho, Milton Cruz, além do ex-presidente do Tricolor, Carlos Miguel Aidar, fizeram questão de se despedir e dar apoio à família do ex-goleiro, que aos 66 anos não resistiu a um infarto no último domingo.
Abre Aspas para Muricy Ramalho, que foi um grande amigo de Waldir Peres. Juntos vestiram a camisa do São Paulo por seis anos, entre 1973 e 1979: 
“O Waldir foi um companheiro de muitos anos, primeiro no São Paulo. Jogamos muito tempo juntos, tínhamos amizade, antigamente o futebol era um pouco diferente, mais romântico. A gente ficava muito tempo no clube. Ele ficou 11 e eu fiquei seis anos como profissional do São Paulo. Depois nos separamos, fui para o México, e na volta, quando estava acabando minha carreira, fui para o América-RJ, e a gente encerrou a carreira juntos.
No América-RJ foi a melhor época nossa, porque nós já éramos casados, tínhamos filhos e a gente vivia em família mesmo. Foi quando comecei a conhecer bem o Waldir e sua família. Não é fácil você ver um jogador que jogou 11 anos em um clube como o São Paulo, que é gigante. Ele é o segundo jogador que mais jogou pelo São Paulo, três Copas do Mundo… não é para qualquer um. Acho que ele não foi tão valorizado. No Brasil as pessoas não valorizam muito os ídolos, né?! Um cara que disputou três copas do mundo, não é para qualquer um, tem que ser mais valorizado. Mas infelizmente o futebol brasileiro tem memória muito curta”.
Carlos Miguel Aidar esteve no velório e também recordou algumas memórias do ex-goleiro. Abre Aspas:
“Eu tenho uma lembrança muito grata dele, foi no dia 05/03/1978, quando o São Paulo foi pela primeira vez campeão brasileiro. Meu pai era presidente do São Paulo naquele memorável jogo no Mineirão, e o Waldir foi o protagonista daquele título na medida que ele conseguiu desestabilizar os batedores do Atlético-MG. O Waldir sempre foi uma pessoa muito querida, estava falando com a viúva dele agora há pouco, lembrou-se dos bons momentos que ele conviveu com o meu pai e a nossa família. Eu conheci o Waldir muito mais como pessoa do que como profissional. Na época eu era apenas filho de um presidente do São Paulo, embora já fosse conselheiro do clube. Então sinto muito pela pessoa, mas a gente vê que o mundo do esporte sente muito pelo profissional. Não é porque ele veio a falecer que ele se tornou uma pessoa boa, o Waldir sempre foi uma pessoa boa, querido, amigo, sempre teve uma palavra agradável pra dizer”.

Foto: Sergio Barzaghi

A apresentação de Hernanes e Lucas Fernandes fora por duas semanas

Hernanes caiu nas graças da torcida do São Paulo nos minutos que antecederam a partida com o Grêmio pelo Campeonato Brasileiro nessa Segunda-feira, mas oficialmente foi apresentado em coletiva de imprensa no CT da Barra Funda nessa terça. Foram sete anos desde sua saída do clube que o formou para o futebol rumo à Europa, mas os últimos meses foram na China.

Hernanes sendo profeta

“Desculpem, mas algumas palavras estão vindo ainda. Tem que atualizar o software. Costumo dizer que a nossa vida, a vida de jogador, é uma sucessiva sucessão de sucessões que se sucedem sucessivamente"

São Paulo não será rebaixado

“O que eu posso dizer é que vamos nos salvar. Não sei se agora ou mais para frente, mas vamos nos salvar. O torcedor compareceu, a demonstração de força que veio da arquibancada, e o time, principalmente no segundo tempo, lutando diante de todas as possibilidades contra um time fortíssimo como o Grêmio. Isso, para mim, são sinais de que o segundo semestre será mais positivo”.

Sempre com o São Paulo

“Eu não acompanhava de perto o São Paulo por causa do fuso horário, mas sempre acompanhava a classificação, a tabela, e quando eu vi o São Paulo chegando perto da zona de rebaixamento, eu disse: não pode estar ali, não é o lugar do São Paulo. Mexeu comigo. Nesse momento o objetivo é sair da zona do rebaixamento, não tem que pensar em outra coisa. Tem que focar nisso”

A carreira nos últimos anos

“Eu estava na Juventus, antes de ir para China. Chegou um momento que eu não estava mais contente, porque estava jogando em uma posição muito mais recuada. Foi legal porque consegui jogar a Liga dos Campeões e não só participar, mas depois eu fiquei não sendo aproveitando e jogando em uma posição em que eu não estava feliz. Eu queria sair, apareceu o São Paulo (em janeiro) e a China. Fui pensando na possibilidade de voltar a jogar e na minha posição. Quando cheguei lá, as coisas se restringiram bastante, porque mudaram as regras, ficou muito reduzido o espaço (para estrangeiros), e o treinador queria me recuar de novo. Eu falei para ele que não fazia sentido eu jogar naquela posição, então, fechei as portas”

Ainda pode ser importante

“A vida é feita de ciclos. Sete anos é um ciclo é interessante. Na bíblia diz que você contratava um escravo e sete anos depois você dava liberdade para ele. Eu quero me surpreender em termos de performance e atuação. Quero provar para mim mesmo, porque me sinto muito bem. Quero me surpreender. Quero recomeçar a atingir objetivos que eu ainda não atingi”

O novo camisa 15 e Cueva

“Eu sempre tive a percepção que para conhecer um jogador você só precisa de um toque na bola. Um toque e você consegue diferenciar se o jogador é diferenciado ou não. Ele é diferenciado. Talvez a gente dispute posição, mas isso é bom, isso é sadio, válido para o grupo”

O período na Europa

“Teríamos de almoçar juntos para poder falar sobre isso. É como o feto da barriga da mãe. Está vivo, mas não tem contato com o mundo. É inevitável ter um crescimento, você vê coisas diferentes, conhece pessoas que pensam diferente. Eu, taticamente, sinto que cresci bastante, porque na Itália se dá muita importância a isso. Muito teórico. Quando você é inserido nesse futebol, você aprende noções de posicionamento, marcação, minha pegada aumentou, no sentido de contato físico. São duas coisas que vejo que eu cresci: taticamente e contato físico”

Estrear nesse sábado, contra o Botafogo

“Acredito que estou pronto. Estava treinando normalmente, faz um ano e meio que não falto a um treinamento, graças a Deus sem lesões. Acredito que estou pronto, mas o que vai dizer é o tapete verde. Enquanto não entrar em campo. Dorival, vendo minha situação, vai se decidir”

Não resolverá nada sozinho

“Em um jogo um jogador pode fazer a diferença, no outro jogo outro jogador pode fazer a diferença. Para ter um campeonato regular, tem de ter um time muito bem equilibrado. Eu estou disposto e assumo a responsabilidade de vestir essa camisa, honrar essa camisa e ajudar naquilo que eu posso ajudar. Mas, sempre será o conjunto”

Hernanes voltou a treinar no gramado do CT da Barra Funda nesta terça. Cerca de duas horas e meia depois de ser apresentado oficialmente em coletiva de imprensa, o novo reforço do São Paulo trabalhou pela primeira vez com o grupo comandado por Dorival Júnior. Apenas os atletas que não atuaram na segunda, no empate com o Grêmio, foram a campo. O restante fez apenas o tradicional trabalho de recuperação do desgaste. Durante a atividade, que contou com “dois toques”, testes físicos e um treino técnico em campo reduzido, Hernanes não mostrou qualquer restrição, mas ainda é cedo para avaliar a possibilidade do camisa 15 ser escalado no fim de semana. Lucas Fernandes foi diagnosticado com um estiramento leve no músculo posterior da coxa esquerda. O departamento médico do São Paulo prefere não estipular um prazo para o retorno do jovem meia, mas a tendência é de pelo menos duas semanas fora.

Foto: Fernando Dantas

Marcelo Oliveira está de volta ao Coritiba após cinco anos: "Estou mais experiente"

O Alto da Glória recebe um de seus filhos mais ilustres após cinco anos. Marcelo Oliveira foi apresentado oficialmente como novo treinador do Coritiba e retorna com um currículo vitorioso, incluindo um bicampeonato brasileiro e a Copa do Brasil, reencontrando agora o clube que o projetou nacionalmente no cargo. Ele falou em coletiva de imprensa nessa Terça-feira.

Mais experiente

“Estou mais experiente do que naquele momento que passou, embora tenham sido dois anos de boas lembranças para todos. Eu tinha certeza que um dia voltaria. Chegou esse momento. Estou aqui com muito prazer e entusiasmo para retomar ao caminho natural do time no Campeonato Brasileiro. E precisamos unir as forças para que isso seja viável de acontecer em curto prazo”

O contrato de seis meses

“É uma situação específica. A gente olha o negócio mas, olha o coração também. Não aceitei algumas propostas nos primeiros meses do ano, coma ideia de ficar com a família, descansar um pouco após seis anos desgastantes. Pensava que não deveria trabalhar mais esse ano. Mas não resisti ao convite porque era o Coritiba”

O desafio após a queda na tabela 

“Eu estava acompanhando o Coritiba, desde que saí acompanho e percebo nesse final de primeiro turno dois momentos. O primeiro com sete jogos excepcionais e depois a queda de produção. Temos que detectar o que aconteceu para que houvesse essa oscilação. E o Coritiba tem que resgatar aquela posição que tem dentro de casa. Em um campeonato de pontos corridos longo tem que ter aproveitamento em casa e buscar pontos fora”

Foto: Reprodução/CFC