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SOBRE A GAFE DE LUCIANO HULK


Há uns tres dias atrás ao acessar a internet vi um bafafa sobre uma gafe que o apresentador de televisão, Luciano Hulk,  poderia ter cometido com a ex-atleta, Laís Souza, que se encontra atualmente num quadro de tetraplegia devido à um acidente no esporte em que praticava.

Antes de entrar no assunto sobre a gafe do apresentador da globo, eu antes começo dizendo que sinceramente não gosto da figura do Luciano Hulk, essa figura que aparece nas TVS e revistas, acho que é um mala, sem posição ideológica ou crítica da sociedade (Já que ele acha que trabalha com jovens), sua voz é extremamente irritante, tão irritante quanto à do Raul Gil ou do Bolinha, o programa dele é uma merda, as entrevistas que ele faz com os artistas são uma merda, as cores do programa dele são bregas assim como eu acho que ele é, embora ele não saiba que seja, e também, eu sei que o Caldeirão do Hulk nunca vai prender a atenção de qualquer jovem que seja por mais três minutos, ainda mais num sábado a tarde. O programa Caldeirão do Hulk é voltado para o publico da terceira idade, aqueles que ficam sábado a tarde vendo programas de auditórios, não tem nada a ver com jovens.

Bom, dado a minha sincera opinião sobre o Luciano Hulk e o seu programa patético, vou comentar o que eu achei da tal "gafe" do apresentador que gerou escândalos nas redes sociais. A Laís Souza já está em torno de sete meses na condição de tetraplégica devido a um acidente de esqui que sofreu nos Estados Unidos. De uns meses pra cá a atleta está recomeçando sua nova condição dando entrevistas e participando de programas de rádio e TV. Um desses programas foi o Caldeirão do Hulk. 

A "GAFE":

A gafe que desesperou muitos valentões da internet foi quando o apresentador perguntou pra Laís se doeu as tatuagens que ela fez nas pernas após o acidente, e ela respondeu que não, pois não sentia nada. Hulk meio deslocado falou: - Pelo menos uma vantagem, e a Laís complementou: - A única vantagem!

CONCLUSÃO:

Com todo o respeito aos justiceiros da internet, mas eu não vi nada que pudesse requerer algum tipo de crítica ao apresentador. Escapuliu uma questão, a Laís aparentemente está conformada com sua atual condição, respondeu essa questão e também ambos souberam sair daquela situação que poderia ser de desconforto no caso da Laís não tivesse com um alto controle de conformidade. Sinceramente eu não vi uma falta de sensibilidade do Hulk. Vocês viram minha posição sobre ele, mas nessa não vi nada de errado, só mesmo sua chatice de sempre.

Por Peter Müller

Duplo Roubo



Quando eu era criança, e isso foi há mais de 30 anos, eu e aqueles que costumavam usar a rua como parque de diversões, gostávamos de gritar em alto e bom som para justificar e defender o espaço próprio: “- A rua é pública”. Essa frase servia para mostrar de quem era a posse. Ela vinha misturada com orgulho e por que não dizer espírito democrático. Com ela, ficava claro que a rua era propriedade de todos.

Só que com a vida adulta, a coisa pública só me faz passar vergonha. A começar pelos serviços que são oferecidos à população. Isso sem mencionar e qualificar, evidentemente, o caráter moral dos membros que compõem a política brasileira. Se essa característica também for levada em consideração, seria bem melhor nem mencionar a palavra pública. Neste caso, é a comprovação de que a coisa pública e a vergonha andam de mãos dadas.

E por qual razão o Estado público vive quebrado? Se não bastasse a roubalheira da corrupção, há também a legislação vigente, que é conivente com a manutenção desse status quo. E os políticos, caras-de-pau que são, independentemente de partido ou legenda, não se esforçam para modificar esse panorama. A vergonha tem nome e sobrenome: Roseana Sarney e o estado do Maranhão. O governador em exercício daquele estado, Arnaldo Melo (PMDB), concedeu pensão vitalícia de R$ 24 mil mensais à ex-governadora (também do PMDB). Ela renunciou ao mandato no último dia 10. O ato foi publicado no Diário Oficial do Estado dois dias após a renúncia da peemedebista.

O pior disso tudo, por mais imundo que se possa parecer, o ato está amparado por lei. Em conformidade aos termos do artigo 45, do Ato de Disposições Constitucionais Transitórias, da Constituição Estadual, conforme consta no Processo 0237470/2014 da Casa Civil, e ainda por cima, foi publicado no Diário Oficial do Estado. Roseana Sarney, infelizmente, não é a única beneficiada.

A questão das pensões vitalícias a ex-governadores é controversa, embora todos os ex-governadores do Maranhão – ou seus cônjuges, em caso de falecimento – a recebam. José Reinaldo Tavares, do PSB (que comandou o Estado de 2002 a 2006), e Clay Lago, viúva de Jackson Lago, do PDT (governador de janeiro de 2007 a abril de 2009) são outros beneficiados. Além disso, o estado do Maranhão faz escola. Na Bahia, por exemplo, o governador Jaques Wagner (PT), que encerrará seu mandato no dia 31 de dezembro, e é cotado para assumir um cargo no ministério de Dilma Rousseff, ganhou na semana passada da Assembleia Legislativa baiana o direito de receber uma aposentadoria vitalícia no valor de R$ 19,3 mil. Receberá esse valor dos cofres públicos até morrer, ou partir dessa para uma pior. Afinal, é muito ruim ser privado de tal benefício.

Eu não me conformo com os políticos e as leis brasileiras que os defendem. É muita cara de pau dos membros dos partidos e da (in) justiça brasileira. Se já não bastasse os altos salários de políticos, corrupção, caixa dois, agora tem a tal aposentadoria vitalícia, para arrombar ainda mais os cofres públicos. Mamando até morrer nas tetas do governo, que são mantidas com o pagamento dos impostos que pagamos. A aposentadoria, além de não ser merecida, é uma espécie de duplo roubo.  Políticos nos roubam em seus respectivos mandatos, e quando não mandam, também nos roubam porque o Estado lhes concede esse tipo de benefício nefasto. Enquanto isso, o papel do povo é legitimar por meio do voto, qual partido, e qual o bandido da vez será o beneficiário.

Por Ivan Marconato

Peter Müller na Balança - Confira a análise do que foi esse ano de 2014

         

Rede Contínua anuncia programação de Janeiro e brinda ouvintes com nosso site. Confira!

Prezando pela qualidade e boas transmissões, a Rede Contínua anuncia que volta às atividades no terceiro dia de Janeiro, já na cobertura da Copa São Paulo de Futebol Júnior.

Os grupos que terão transmissão "in loco" serão os sediados em Barueri e Guarulhos. Neste ano, Corinthians e Flamengo de Guarulhos serão os focos da emissora.

Como é tradição, o #‎futebolRC acompanha os jogos do Corvo em Guarulhos pelo terceiro ano consecutivo. Além de muitas transmissões dos grandes da Capital paulista na Copinha.

Muitas novidades esperam os web-ouvintes para o ano de 2015, jornadas esportivas terão sua plastica renovada, com um novo formato e a equipe terá caras novas.

O time de narradores contará com Raony Pacheco em função fixa como terceiro locutor. Gabriel Dias e Victor Rodriguez continuam dividindo a titularidade da rádio. Gustavo Maciel e Ricardo Soares continuam na emissora que terá uma mulher comentarista, Narjara Wotekoski retorna ao time após um ano de licença.

Coincidência ou não, Narjara é namorada do locutor Victor Rodriguez e o conheceu através da web-rádio.

O time de repórteres contará com Vinicius Alexis, Felipe Garraffa, Ivan Marconato e Guilherme Silva. E mais dois profissionais devem ser anunciados em Janeiro.

Peter Müller será deslocado para as funções de comentarista e apresentador. A emissora ainda promete anunciar um jovem talento para compor a função de opinião. Eduardo Moura que é corresponde no Rio, será o âncora da web-rádio para as principais jornadas, o repórter vira apresentador e será testado na função.

Com mais de 1 milhão de acessos em seu canal no Youtube, os vídeos com análises devem ficar mais frequentes.

Marca forte por ser revelação de novos nomes, os profissionais da Rede Contínua esperam um ano de 2015 muito importante, como nos conta Gabriel Dias: "Vai ser um ano importante para o rádio, muitas vagas irão surgir, é a chance dos diretores de emissoras em São Paulo olharem para os jovens de talentos e de estilo próprio.".

Muitas entrevistas estão previstas para o ano que se aproxima, o novo portal da emissora na internet será lançado ainda neste mês e contará com a coordenação do jovem Pedro Marques.

Peter Müller promete novas entrevistas: "2015 vamos abrir espaço para muitas entrevistas em vídeo, várias personalidades já estão na lista.".


Para acompanhar a Rede Contínua você acessa: www.redecontinua.com e nas redes sociais através da Hastag #FutebolRC @RedeContinua

Deu a lógica

Por mais que queiram afirmar que o atual modelo do Mundial de Clubes da FIFA é o genuíno, por contar com representantes de todos os continentes, mas uma vez deu a lógica no final do Torneio Interclubes de FIFA.  Afinal, os representantes de Europa e América do Sul farão mais uma vez uma final do torneio, com os times dos outros continentes atuando como meros coadjuvantes.

Está certo que em duas oportunidades na história do Mundial de Clubes as zebras aconteceram. E quando elas estiveram em campo, sempre os clubes brasileiros estavam envolvidos, como foi o caso do Mazembe, que venceu o Internacional de Porto Alegre na semifinal em 2010. E para reforçar o ditado em que desgraça pouca é besteira, em 2013, o Raja Casablanca derrotou o Atlético Mineiro, e decidiu o campeonato contra o Bayern de Munique, com o clube alemão sagrando-se campeão.

Mas neste ano de 2014, o estoque de zebras parece ter se esgotado. Afinal, o Real Madrid bateu o Cruz Azul do México por 4 a 0 , numa partida em que os mexicanos não viram a cor da bola; e o San Lorenzo, encontrando mais dificuldade, numa partida em que houve prorrogação, venceu os australianos do Auckland City por 2 a 1.

Agora é esperarmos a tarde de sábado para ver se os sul-americanos conseguem vencer os europeus.  Seria um troco, pois no Mundial de Seleções, a Alemanha sobrou e bateu a Argentina na Final, depois de humilhar os brasileiros nas semifinais.  Será que o final do intenso ano esportivo de 2014 revelará uma boa surpresa aos Sul-Americanos? Aguardemos! Entretanto, este jornalista que vos escreve está torcendo, e muito, para o time do San Lorenzo, o mesmo clube do Papa Francisco.


Por Ivan Marconato

Em Dias... de Música

Os bons cantores, antigamente, quase não precisavam da mídia, faziam sucesso de verdade, tinham legítimos seguidores, não igual esses de redes sociais.

Hoje, qualquer "mela cueca" que mostra a barriguinha, ganham trilhões de seguidores nas redes, é o que se chama de: "A ditadura da estética", ou você já viu algum gordinho subir sua camisa e com orgulho gritar: "Esse é meu tanquinho?".

Esses são os "ídolos" da minha geração - boa parte dela - de poucas palavras, aliás, em sua maioria ditas de forma errada, é um carnaval de: "rebolaNo", "tiraNo", "levaNo", "voltaNo", "gastaNo" e dá para fazer uma lista, quem sabe um dicionário de novas palavras fincadas na língua portuguesa.

Particularmente nada tenho contra o "funk", muitos desses garotos vem de origem humilde, da periferia, e graças a internet obtiveram sucesso e conseguiram impor novas "regras" à mídia, já diria o ex-jogador: "diga-se de passagem", o que seria desses garotos sem a internet?

Eu respondo: Jamais estariam aparecendo em gigantes redes de TV. Ou você acha que o MC Gui estaria aparecendo no global "Altas Horas" se não conseguisse colocar mais de 10 milhões de acessos em qualquer bobeira no Youtube?

Em tempos de uma televisão cada vez mais desestabilizada e sem audiência, somente resta para esses programas, mandar "bala" nos jovens, e para eles pouco importa. Só precisa trazer 1/3 dos números no Youtube.

Todo dia que levanto, logo penso: "Ah...como gostaria de ter nascido nos anos 50.".
A música daquela época é que era boa. O que são esses "hits" perto de músicas com tanta qualidade como fizeram Elis Regina, Lupicínio Rodrigues, Nelson Gonçalves, Cazuza, Renato Russo, Zé Ramalho, e os gênios Tim Maia e Raul Seixas. Os garotinhos sem voz do momento, só sabem fazer batida.

Raul Seixas cantou em "A Verdade Sobre a Nostalgia": "...Tudo quanto é velho eles botam pr'eu ouvir / E tanta coisa nova jogam fora sem curtir / Eu não nego que a poesia dos 50 é bonita / Mas todo o sentimento dos 70 onde é que fica? / Na curva do futuro muito carro capotou / Talvez por causa disso é que a estrada ali parou / Porém, atrás da curva / Perigosa eu sei que existe /Alguma coisa nova /Mais vibrante e menos triste...".

Mas a verdade é que continuarei a curtir a nostalgia desvairadamente, onde estão as coisas bem mais novas e menos tristes que cantou o mestre?

Para finalizar encerro destacando o cantor Oswaldo Montenegro, que começou sua carreira lá pelos anos 80 com o estrondo da música "O Condor", já vi dois filmes de Montenegro, Solidões e Léo e Bia, um deles inclusive com Paloma Duarte, em uma das suas melhores e mais vibrantes atuações.

Oswaldo é eclético, de "A volta da Asa Branca" à "Pra Longe do Paranoá", de teatro à música, dá vida à vida, e é de um improviso digno de aplausos em pé.

Por Gabriel Dias

A podrião no vôlei

Sem dúvida nenhuma, o voleibol brasileiro tornou-se um esporte vitorioso nos últimos anos. Conquistas a nível mundial e olímpico, tanto na categoria masculina, quanto na feminina. E não é somente isso, afinal, vários jogadores foram revelados, provando que a capacidade de renovação dos atletas é uma constante nesse esporte, que sempre apresenta resultados positivos dentro das quadras, mesmo com vários atletas consagrados encerrando suas carreiras, dando espaço aos jovens talentos brasileiros.

Mas se dentro das quadras o quadro é vitorioso, não se pode afirmar o mesmo fora delas. Afinal, nessa semana a imprensa esportiva noticiou um fato muito triste, que envolve o Banco do Brasil, entidade pública que patrocina o vôlei brasileiro há 23 anos. A Controladoria Geral da União (CGU) divulgou um relatório que comprovou irregularidades na gestão do dinheiro público administrado pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV). E a grana que a Confederação recebe do governo não é pouca. Estima-se que o valor chegue a R$ 70 milhões por ano.
A tristeza maior dessa história toda é que o vôlei é um dos esportes mais vitoriosos na história. Em jogos olímpicos, por exemplo, foram nada menos do que 20 conquistas, sem contar os títulos mundiais, tanto na praia, quanto nas quadras. E a 600 dias do início da Olimpíada do Rio de Janeiro, os atletas, envergonhados com a sujeira capitaneada pelos comandantes da confederação, ameaçaram cruzar os braços e paralisar a Superliga Nacional.
E assim como acontece no futebol, principal esporte do Brasil, extremamente vitorioso dentro de campo, e bagunçado fora dele, o vôlei brasileiro infelizmente trilha o mesmo caminho. Dirigentes envolvidos em escândalo de corrupção, e o pior, com dinheiro público, que pertence ao povo e ao torcedor brasileiro. Um fato lamentável, que envergonha ainda mais o ano esportivo de 2014.
Por Ivan Marconato