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» » » Panorama Carioca: Rio sem meias no Brasileirão!

O inverno é logo ali. Daqui a um mês mais ou menos. O carioca é exagerado: 20 graus é tempo de frio, sim! Os mais supersticiosos usam meias para aquecer os pés e atrair aquela vitória esperta do time do coração.

Ironia à parte, de meias os times do Rio sofrem. Criatividade não foi o ponto forte deste último Campeonato carioca e tão pouco nesta primeira rodada da abertura do Brasileirão. Há quanto tempo debatemos que o Flamengo não tem o tal “camisa 10”? Desde Petkovic nas temporadas 2009-10, o rubro-negro bem que tentou a melhorar o poderio do meio-campo. A mais emblemática e desastrosa das possibilidades atende por Carlos Eduardo em 2013. Caro no papel, pobre na bola.

Os adversários também penam. Fluminense perdeu Conca e com ele os passes açucarados para Fred e Cia. Gerson chegou. Tem futuro. Não no tricolor. A imposição do mercado em gerar ativos patrimoniais antes de formar um atleta grita. O Vasco é, de todos, o que mais sofre. Não consegue revelar na base bons nomes para o setor e as contratações não dão certo. Marcinho já tirou a paciência da torcida. Júlio dos Santos sozinho não resolve e Bernardo oscila entre as páginas policiais/celebridade e a de atleta.

O Botafogo ainda desperta um horizonte melhor que o de seus rivais. Resta saber se o técnico René Simões terminará de forma definitiva a implicância com o bom Diego Jardel. Jogador veloz, com visão de jogo, bom passador e ainda conclui a gol. Melhor que todos os companheiros que o substituíram após a infeliz ideia de esbravejar ao ser substituído contra o Flamengo no estadual – vitória de 1 a 0 do Glorioso. Já pagou demais por um pecado que merecia quitar, onde o tempo foi cruel demais para torcedores e o clube.

Faça sol ou faça chuva, de pé quente ou pé frio, o carioca, esse sim é criativo por natureza. Com ou sem meias.

Ainda sobre o Vasco...
Foto: O Globo

Uma semana inesquecível para o torcedor vascaíno. Pelo título carioca? Sim, pela conquista de um campeonato que não retornava a São Januário desde 2003. Mas, não só por isso. A festa cruzmaltina representa a força de sua camisa e seu time. O elenco não é tecnicamente perfeito, embora vestisse a mística do time da virada. O Vasco não tem conta com um grande time – o Brasileirão vai dizer isso. A defesa é forte, fato. O ataque faz certa presença. O meio-campo é problemático. Priorizar o estadual é uma atitude questionável em dias de futebol moderno. Mas, não esqueça o torcedor que a força dos grandes clubes do futebol brasileiro nasceu da rivalidade local. É ali que o bicho pega pra valer. O dia seguinte na banca de jornal ou na chegada a repartição é cruel. O Largo da Carioca ferve.


Estes fatores justificam a posição vascaína. Ganhar o estadual não é importante, certo? Errado. Quantos treinadores, quantas crises reforçam que a primeira competição do ano é sim importante e mantém a chama da competitividade esportiva? Inúmeros! 12 anos é muito tempo, mas não é de perto a maior fila do futebol brasileiro. Há clubes que encararam uma sequência maior – caso emblemático do Botafogo de 1989. O torcedor do Vasco, ferido, maltratado, passou por boas nestes últimos anos. Ainda assim foi o alavanque para resgatar a imagem do clube. Doriva mesclou fatores contraditórios e transformou o produto final em história. Pressão pelo jogo ofensivo - Eurico deu o recado na apresentação! - poucos reforços, retorno da segundona-2014 sem plantel, grana curta e apreensão do vascaíno que migrava entre a dúvida e o grito de apoio nas arquibancadas. O campeão carioca tem história pra contar. O Rio tem um vitorioso como há tempos não via. Rigorosamente trajado no embalo histórico do campeonato: no detalhe da emoção!

Intercolegial

Começa neste sábado os Jogos Estudantis do Rio de Janeiro 2015. A abertura acontece no CEFAN ao meio-dia. Excelente oportunidade para a garotada mostrar seu talento e desfrutar do esporte como atividade social.

Mais de 500 estudantes vão participar da cerimônia de abertura. O evento contra com o apoio da Secretaria Estadual de Esportes do RJ. O site www.jogosestudantisdorio.com.br trás a cobertura completa. Vale a pena ficar de olho.

“Cariocou” na rede

A chegada da “Jeep”, novo patrocinador rubro-negro, animou alguns de seus torcedores que com bom humor vão na onda dos investidores do clube. O jornalista e narrador Saulo Maciel compartilhou na rede o ânimo dos torcedores do Flamengo.


"Cariocou" no Dial

Depois de anos de serviços prestados ao jornalismo esportivo com o Amarelinho da Rádio Globo-RJ pelas ruas dos estádios cariocas, o comunicador Robson Aldir foi desligado do Sistema Globo de Rádio na última segunda-feira, 11.

Aldir utilizou as redes sociais para abrir o jogo do atual momento da Globo e justificar a aos ouvintes a saída da emissora. Assim, Gustavo Henrique assume o “Botequim da Globo” e Zeca Marques o “Samba Amigo”.

Já na Super Rádio Tupi, ontem, Washington Rodrigues poupou a garganta e foi substituído pelo Garotinho José Carlos Araújo no comando do “Show do Apolinho”. Tudo certo com o velho Apolo que retorna com tudo nos jogos de fim de semana do Campeonato Brasileiro. Precaução e canja de galinha não fazem mal a ninguém.

O bacana foi ouvir novamente o verdadeiro Garotinho entre 17h-19h. Faixa que trabalhou por anos no "Globo Esportivo" e sempre mandou muito bem.


PERGUNTA A CONFERIR

Choro, FGTS, sai do clube, volta, sai de novo, volta de novo, chora de novo, vai a DP, faz vídeo, volta a DP... Ganha títulos também, é verdade. Mas, essa inconstância vai até quando, Bernardo?!

Eduardo Moura é jornalista e escreve todos os sábados para a Rede Contínua. E-mails para coluna: edubmoura01@gmail.com

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