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» » » » E ninguém cala esse chororô, Kardec não é mais Tricolor!

"E ninguém cala esse chororô, chora presidente, chora torcedor, Kardec é tricolor", cantou a principal torcida uniformizada do São Paulo quando Alan Kardec foi apresentado ao São Paulo diante de mais de 43 mil torcedores no Morumbi para acompanhar o confronto entre São Paulo e Chapecoense. A transferência de Kardec para o clube foi tumultuada. Depois de o atacante ter sido contratado pelo Tricolor, que negociou diretamente com o Benfica, então dono de seus direitos, o Palmeiras reclamou bastante, gerando uma troca pública de ofensas entre os presidentes Carlos Miguel Aidar e Paulo Nobre, que não se falaram mais. Mas a contratação que orgulhou os São Paulinos e que teve esse início, um meio de atuações nota 6, 7, na definição do próprio atacante, também chegou ao fim. O atacante foi negociado com o Chongqing Lifan, da China, e encerrou a sua trajetória no São Paulo após 98 jogos e 25 gols. Antes de embarcar para o continente asiático, o camisa 14 se despediu dos companheiros, dos membros da comissão técnica e dos funcionários no Centro de Treinamento da Barra Funda.
Abrimos Aspas aqui para Alan Kardec na sua despedida: “Foi tudo muito rápido (negociação), bem surpresa mesmo. É uma oportunidade, uma experiência nova. Tive de tomar uma decisão. Vai ser bom para o clube financeiramente e para o meu lado pessoal também. O que fica é a amizade, a saudade e o agradecimento, porque nos momentos difíceis as pessoas me apoiaram, os torcedores também. Estou grato por ter passado esses dois anos aqui. E acima de tudo no momento mais difícil da minha carreira, quando tive a lesão no joelho, os profissionais daqui me trataram com muito carinho, fizeram com que eu recuperasse minha confiança e voltasse a jogar futebol, foram quase 100 jogos aqui. Se colocar na balança, talvez, tenham mais momentos bons do que maus. Cheguei no meio da temporada, em 2014, e terminei o ano como titular, fazendo gols importantes e ajudando a equipe. Em 2015, sofrei a lesão no joelho no começo da temporada e terminei me recuperando no segundo semestre. Começamos 2016 e algumas coisas não deram certo. Sei do meu potencial, da minha capacidade. A parte da conduta, do caráter, serviu de aprendizado. Deixo grandes amigos no São Paulo”.

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