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» » » » » » » » » » Matéria especial: O dia dos avós no futebol!

No dia 26 de julho celebramos na fé católica o dia de Santa Ana e São Joaquim, os avós de Jesus e no calendário popular estendemos essa comemoração aos nossos avós. No futebol alguns jogadores tem uma relação especial com os seus ancestrais e já viveram momentos dedicados a eles.

Foi durante a concentração da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2014 que o avô de Marcelo faleceu. Seu Pedro Vieira da Silva Filho, que lutava contra um câncer, era apontado como o principal incentivador da carreira do lateral-esquerdo do Brasil. O jogador foi liberado pela comissão técnica para ir ao enterro do avô, mas optou em permanecer concentrado com a seleção brasileira na Granja Comary, em Teresópolis.

Filho de pais separados, Marcelo viu o avô ter participação decisiva em sua educação. Após os tempos de futebol na pracinha, seu Pedro era também o responsável por levá-lo aos jogos do Helênico, time de futsal da Zona Norte do Rio em que jogava antigamente o lateral-esquerdo. Em seguida, o fusca de seu Pedro começou a percorrer trajetos mais longos. Afinal, Marcelo foi aprovado no Fluminense aos 14 anos e começou a treinar em Xerém, região de Duque de Caxias localizada a 50 quilômetros de casa. No tricolor carioca, foi eleito melhor jogador do Campeonato Brasileiro aos 17 anos. Na temporada seguinte, seguiu para o Real Madrid e acelerou seu caminho rumo à Copa do Mundo.

Enquanto isso a avó de Diogo Vitor, garoto da base do Santos, se viu em uma cilada provocada pelo próprio atacante, ele começou a faltar em treinamentos e o motivo alegado pela joia foi o falecimento de sua avó. Em gesto de solidariedade ao ocorrido, o Peixe tentou contato com a família do jogador. Surpreendentemente, porém, quem atendeu a ligação foi a própria avó de Diogo. Irritado com a postura do atacante, o Alvinegro cogitou rescindir seu contrato e dispensá-lo de suas categorias de base. 

A estreia da Argentina na Copa América Centenário foi empolgante para todos os torcedores, mas especial para um jogador. Di María guiou a equipe dentro de campo, fez um gol e deu assistência para outro, mas comemorou ainda mais pela oportunidade de homenagear a avó, que faleceu na manhã anterior. Após marcar o primeiro gol da partida, o jogador do Paris Saint-Germain abraçou os companheiros e mostrou uma camisa com uma mensagem para a avó. Na saída de campo após o fim do jogo, Di María não segurou as lágrimas e, bastante emocionado, afirmou que fez questão de estar em campo.

Abre Aspas para Di María:
"É difícil. Muito difícil por causa da minha mãe, dos meus tios, todo mundo. Às vezes nos criticam e aí acontecem essas coisas, é difícil. Eu queria jogar, era um orgulho para ela que eu estivesse na seleção. Eu pedi para minha mãe para jogar e eu sabia que eu iria ter a possibilidade de marcar um gol, já tinha acontecido uma vez com meu sogro, agora aconteceu com a minha avó. Eu mando um abraço para a minha família."

Sejam os avôs, avós saudosos ou apenas lembrados em momentos de indisciplina, eles sempre serão para levarem os netos por bons caminhos, no futebol e em toda a vida.

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