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» » » » » O clube da fé renasceu nesta Libertadores!


O São Paulo é gigante, sua grandeza não se mede apenas por ser o maior vencedor de títulos internacionais que o país pentacampeão do mundo têm, com três Libertadores e três Mundiais, mas ainda é além. As suas glorias são do passado de Telê, Muricy e Rogério do presente de Lugano, Bauza, Ganso e Calleri e do futuro de quem terá a honra de vestir o manto tricolor que voltou a ser honrado. Não se pode limitar a participação do São Paulo nesta Libertadores apenas pela numeralha de duas finalizações na partida de volta das semifinais ou dos três vermelhos no confronto geral para Maicon, Lugano e Wesley, mas sim deve-se perceber que o São Paulo voltou a adentrar o reino das almas. O tricolor de anos anteriores renasceu, deixou a apatia de lado, movidos pela força de Dios que veio para enfrentar, aplaudir e gritar que fomos roubados no campo, mas que a nossa reidentificação com as noites de Libertadores, com a fé do Santo mais vitorioso do reino, está de volta e nos trara muitas alegrias.

Aos 8 minutos, os pés de Michel Bastos que cruzaram e a cabeça de Calleri, que já esta nas Olimpiadas, sentiram que o São Paulo é muito forte em Libertadores. Borja, sete minutos depois mostrou que o Nacional é muito forte e apenas nesta Libertadores. O time que faz a moeda cair em pé sentiu a falta de seu mito Rogério Ceni para esse equilíbrio, que incoerência o São Paulo se reencontrar com o seu espirito vencedor sem o seu maior vitorioso. O tricolor fez o inesperado, o melhor que Wesley na de Kelvin, que Centurion na de Ganso puderam realizar. Lugano não se preocupou, se faltava perna sobrava alma, e para o Nacional faltava tudo, errava passes, Moreno perdia gols que estavam feitos. o milagre de Medellin estava acontecendo, até Hudson ser derrubado por cima e por baixo na área de Armani e Patrício Polic se tornar para o São Paulo o que Ubaldo Aquino é para o Palmeiras desde 2001, o que Carlos Amarilla é para o Corinthians desde 2013. E contando.

O Tricolor foi assaltado, destroçado e moralmente derrubado, pois virado a dois gols sobre um no intervalo a história poderia ter sido outra. Mas ainda tentou o clube das três cores. Alan Kardec foi para o jogo transformando o 4-4-2 em um 4-2-4 e buscava as faltas laterais, pois a bola lançada na área é fatal. Bruno parecia Ronaldão no dois mundiais que o São Paulo levou, o salvador das bolas impossíveis. Luis Araújo entrou no lugar de Centurion para abrir mais espaços, Carlinhos também veio ao lugar de Mena e não era para ter abrido os braços. Abriu. Aos 31 aconteceu o pênalti e foi marcado, se não tivesse acontecido também seria. Borja pela quarta vez seguida contra o São Paulo colocou a menina no fundo das redes de Dênis. E o jogo terminou ali. O milagre jamais terminará. O Nacional sabe disso, não atacou mais pelos 9 minutos finais, a camisa que entorta varal pesou mais uma vez.O São Paulo fez o que era possível e mostrou que em Libertadores sempre será possível ir mais além do que os sábios possam entender. 

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