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» » » » » » "A Hora do Ouro": Entrevista com a pivô da Seleção Feminina de Basquete, Nádia!

Nádia em sua passagem pela WNBA (Foto: Divulgação)
Tem início hoje uma série de boletins informativos sobre as Olimpíadas do Rio de Janeiro 2016. Serão duas edições diárias a partir da próxima quarta-feira, dia 03 de Agosto que se seguirão até o dia 24 de Agosto, uma pela manhã com as informações sobre a agenda de atividades do dia e uma a noite com os resultados daquele dia. A cada medalha brasileira e na urgência de algum evento um novo boletim especial. 

O nosso primeiro informativo de "A Hora do Ouro" traz uma entrevista exclusiva com a pivô da seleção feminina de basquete, Nádia Colhado. Vinda de uma família muito ligada aos esportes, aos poucos ela foi ganhando destaque no cenário mundial da bola laranja, e nos fala como foi atuar na Espanha, na WNBA, na LBF e detalha a preparação para os Jogos Olímpicos com o técnico Barbosa.

Vagner: Como foi a sua inspiração inicial para jogar basquete, como tudo começou?

Nádia: O esporte sempre esteve presente na minha família. Eu jogo basquete, meu irmão joga vôlei. Eu fui me dedicando e aos poucos ganhei destaque, saí de Marialva e fui para Jundiaí. Hoje estou aqui, na seleção, com título da LBF e MVP do Jogo das Estrelas.

V: Sua primeira experiência internacional foi pelo Universidad León da Espanha, a adaptação tanto ao país quanto ao basquete local foi rápida?

N: Minha adaptação à Espanha foi muito boa, tanto dentro quanto fora de quadra. Me acostumei com facilidade ao jogo e me senti à vontade em quadra e com as minhas companheiras de equipe.

V: Acompanhei de perto a sua boa passagem pelo São José Basquete. O que levou de boas lembranças do clube, torcida e da cidade para a sua vida?

N: O São José Basquete foi muito importante para que eu tivesse ainda mais visibilidade no basquete nacional. É um time tradicional, uma cidade que respira basquete, então aprendi muito com esse time.

V: Atuou pelo Atlanta Dream nos EUA. Estar no melhor basquete do mundo lhe mostrou quais diferenças do que já havia vivido em sua carreira nos treinamentos, estruturas e jogos?

N: Tudo lá na WNBA é muito intenso. Tanto os treinos quanto o período de jogo. Treinamos o dia inteiro, viajamos a semana toda, sempre tem bastante gente assistindo. Certamente foi uma experiência que me permitiu ver o basquete com outros olhos.

V: Esteve em Londres em 2012 e com a Seleção Brasileira obteve a nona colocação geral. Certamente essa Olimpíada em nosso país será levada em suas retinas para a vida toda. Como esta sendo esta preparação marcada pelo clima olímpico caseiro?

N: Esse nosso grupo é muito especial. Estamos muito unidas e confiantes de que vamos longe nesse campeonato. O objetivo é um só, o Barbosa está nos treinando muito bem para isso.

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