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» » » » » A justiça voou sobre a mais emocionante de todas as cerimônias de abertura dos Jogos Olímpicos!

A Hora do Ouro
Sexta-feira, 05 de Agosto de 2016
Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro

"Declaro abertos os Jogos do Rio, celebrando a 31ª Olimpíada da era moderna". Nesta fala do presidente em exercício do Brasil, Michel Temer, foram oficialmente abertos os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, mas antes muita água já havia passado por cima do Maracanã. Ao menos virtualmente. Assim foram iniciadas, após a contagem regressiva oficial, as cerimônias sobre a cidade maravilhosa que estava sendo visto pela maior audiência mundial, pois foram mais de R$3 bilhões de espectadores olhando para o Brasil.

Banhada pela água e pela areia das praias, cercada pelas células humanas e marcada pela floresta, a criação foi sendo retratada, findando especificamente na origem do Brasil, de índios, portugueses, escravos, japoneses e árabes. Surgiram então as cidades modernas, em um lindo balé vertical sobre o povoado carioca. Então das caixas que ilustravam tais cenas, surgiu um dos grandes momentos da noite, onde o 14 Bis de Santos Dumont decolou do Maracanã para sobrevoar os principais pontos turísticos da cidade carioca e fazer a justiça de que o nosso brasileiro criou o que paira sobre os céus. Na voz de quem também é Jobim, a homenagem à nosso Tom. O orgulho de sermos brasileiros renasceu e nos fez chamarmos de nosso tudo aquilo que embelezou está noite sem fim. Assim veio ela, a nossa Gisele, no último e mais longo desfile de sua vida, a coisa mais linda, tão cheia de graça, a menina que vem e que passa. Jorge Ben contagiou o Maracanã lembrando que a gente canta e é feliz simplesmente por natureza. Da voz de Fernanda Montenegro nos veio o que foi o grande legado da noite, a consciência de que temos e podemos cuidar da sustentabilidade do planeta.

Uma a uma, as 206 delegações entraram no Maracanã e foi para ficarem até o fim, algo inédito na história dos Jogos Olímpicos e assim receberam os últimos a entrarem, o Brasil da sua maior delegação da história e de todas as alegrias extravasadas em uma Aquarela de cantos, gritos e certezas de muitas medalhas. Protocolos a parte, o catarinense Guga trazendo a tocha olímpica foi quem nos trouxe o início da maior emoção de nossa noite, ao entrar no templo do futebol mundial para nos lembrar de tantas alegrias já vividas pelas suas mãos, e de mão em mão, foi a rainha Hortência quem a recebeu e caminhou até Vanderlei Cordeiro de Lima. Desta vez não havia padre que o parasse e suas pernas acostumadas a longas maratonas não precisaram caminhar muito para que a justiça fosse feita. A maior injustiça das Olimpíadas foi reparada e o mundo viu o quanto o Brasil deseja a luz da justiça sobre as trevas da injustiça. O sol que cuidará da menor pira olímpica da história, é o astro rei que imortalizou esta noite sagrada do esporte para os deuses gregos jamais apagarem. Para sempre nas bênçãos do Redentor, o Rio de Janeiro continuará lindo!

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