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Rádios
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Hoje ela foi quinta colocada, mas a menina de apenas 16 anos Flávia Saraiva não foi descoberta aonde o mundo a conheceu. Nada de ginásio, a estrela brasileira da ginástica artística surgiu num pé de goiaba do seu bairro, no subúrbio pobre do Rio. Com oito anos, passava o dia fazendo piruetas, andando com as mãos e pendurando-se nos galhos com os pés até que sua prima, professora de educação física, encorajou-a a trocar as árvores pelas barras. Na árvore da vida que nesta tarde foi a Arena Olímpica do Rio ela se apresentou com nota 14.533, a holandesa Sanne Wevers conquistou a medalha de ouro, com 15.466 pontos, e as norte-americanas Lauren Hernandez e Simone Biles ficaram com a prata e o bronze, respectivamente (notas 15.333 e 14.733).
Simone Biles, que já ganhou três medalhas de ouro na Rio 2016, era a favorita na prova de hoje, após ter se classificado em primeiro lugar. No entanto, um desequilíbrio na prova de hoje, descontado como queda, tirou o ouro da norte-americana. Flavinha ficou nestas Olímpiadas marcada por ser a primeira brasileira nos jogos a chegar em uma final da trave e mais ainda pela simpatia que conquistou a todos.

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