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A Hora do Ouro
Sexta-feira, 12 de Agosto de 2016
Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro

Se for para alguém chorar, que sejam as Australianas! Sensacional o final da partida entre Brasil x Austrália. Um jogo que é impossível contar na ordem cronológica normal, e começando do final é que chegamos ao início. Bárbara, esse nome decidiu o jogo de hoje, com uma defesa histórica na última cobrança de pênalti. Mas voltando um pouco é preciso dizer que a justiça foi feita, pois na quinta cobrança brasileira olha quem havia perdido, logo ela, a Penta Campeã individual de melhor jogadora do mundo, ninguém menos do que a rainha Marta. Ela chorou quando na cobrança seguinte Bárbara defendeu, sim, ela pegou duas cobranças. No mais todas elas fizeram, Brasileiras e Australianas, mas durante o jogo ninguém fez. O Brasil dominou as ações de todos os minutos do jogo, foi efetivo em uma pressão que apenas não teve uma boa conclusão. Quanta falta Cristiane fez com o seu chute certeiro. Quanto sobrou de alegria a nós brasileiros e que boas lembranças vamos levar do Mineirao nesta noite, ele que pegou a seleção brasileira com crueldade em 2014 e chegou a ensaiar uma travessura com Marta. Mas desta vez estávamos vacinados! Que venham as semis contra a Suécia! 

FICHA TÉCNICA

Brasil 0 (7) x (6) 0 Austrália

Local: Estádio Mineirão, Belo Horizonte (MG)
Data: 12/08/2016
Horário: 22h (de Brasília)
Árbitra: Carol Anne Chenard (Canadá)

Cartões amarelos: Tamires, Marta e Andressa Alves (Brasil); Alleway, Foord e Kennedy (Austrália)

Brasil: Bárbara; Fabiana (Poliana), Mônica, Rafaelle e Tamires; Formiga e Thaísa (Andressinha); Andressa Alves, Marta e Debinha; Beatriz. Técnico: Vadão

Austrália: Williams; Foord, Alleway, Kennedy e Kellond-Knight; Van Egmond; Kerr, Gorry, Catley (Logarzo) e De Vanna (Polkinghorne); Simon (Heyman). Técnico: Alen Stajcic

No vôlei de quadra feminino quando Y.K.Kim foi para o banco de reservas a Coréia do Sul já sabia que a vitória como em Londres não aconteceria e o Brasil por nada se complicaria. Com direito a mais uma exibição de encher os olhos no Maracanãzinho, o Brasil superou a Coreia em 3 sets a 0 (25/17, 25/13 e 27/25), nesta sexta-feira (12), garantindo a quarta vitória seguida nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Com os 12 pontos somados, as brasileiras dividem a liderança do Grupo A com a Rússia. As sul-coreanas, com seis, aparecem em terceiro. E são justamente Kosheleva e Goncharova as próximas adversárias no Maracanãzinho. O principal clássico do vôlei mundial acontece no domingo (14), a partir das 22h35, no fechamento da fase classificatória. Que momento! 
Natação
A carreira solo de Michael Phelps como nadador chegou ao fim na noite desta sexta-feira. Tendo como palco o Estádio Aquático do Parque Olímpico, o americano fez o último show de sua turnê individual no esporte na final dos 100m borboleta nos Jogos Rio-2016. E, por mais incrível que possa parecer, o americano mostrou que não é de outro planeta. Joseph Schooling, de Cingapura, superou o astro e ficou com a medalha de ouro. Phelps acabou com a prata, em um surpreendente empate triplo na segunda posição. O atleta de Cingapura venceu com a marca de 50s39. A prata foi dividida entre três atletas: Phelps, o sul-africano Chad le Clos, e o húngaro Laszlo Cseh, todos com 51s14.
Apesar da derrota, os feitos de Phelps se tornaram tão grandes que ele acabou quebrando nesta semana um recorde que vinha desde os Jogos Olímpicos da Grécia Antiga. O corredor Leônidas de Rodes era o atleta com mais vitórias individuais na história, com 12, quando Jesus Cristo ainda nem havia passado pelo planeta. Seu recorde foi alcançado entre os anos de 164 e 152 a.C., e permaneceu intacto até agora. Michael Phelps roubou o posto no Rio de Janeiro, ao somar 13 medalhas de ouro. Até mesmo Leônidas sucumbiu às performances dele. Para a sorte de todos os fãs do esporte, haverá um "bis" de Michael Phelps no Rio de Janeiro na noite deste sábado. Mas não será sozinho, e sim com a banda americana no revezamento 4x100m medley. Este será o último show do astro ianque nas piscinas. Depois deste concerto aquático, nunca mais.

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