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A Hora do Ouro 
Segunda-feira, 08 de Agosto de 2016
Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro

Em uma segunda, vivemos um dia de primeira e por aquelas que nos deram a vida nascemos para os Jogos Olímpicos de 2016. Uma mulher, carioca e sangue bom, a nossa Rafaela Silva, da Cidade de Deus, dos homens de boa vontade e daqueles que sabem que nada é mais Olímpico do que saber reconhecer o espírito dos deuses gregos na diversidade de nossas superações. Rafaela com oito anos escolheu um caminho diferente do que a morte social impõe a milhões de meninas como ela, que excluída de bens que passam, buscam alcançar aqueles que não passam.
Ela fez do esporte uma aventura para ser melhor para os seus e escalar a montanha que traz outros tantos consigo. Ela chegou com 20 anos a uma fria Londres, para profetizar que as águas turbulentas de uma noite de preconceitos não duraria até o sol natal de sua vida. Ela conquistou o mundo em 2013 e a eternidade Olímpica neste dia. Rafaela passou por todas as dificuldades possíveis, mas jamais passará o seu exemplo de quem acreditou até o pódio que os que devem se envergonhar são aqueles que não colocam amor em tudo aquilo que são e fazem.
As mulheres brasileiras estão em primeiro lugar no consagrado pódio e nas esperanças preliminares de quem vai vencendo cada etapa que se aproxima. Venceram hoje no Handebol, no vôlei de praia com Aghata e Bárbara, e terão de vencer no basquete, após a derrota de hoje para as japonesas.
Os homens também foram muito bem na ginástica por equipes, em um resultado histórico para a categoria e com Melo e Soares eliminaram os ditos melhores sérvios. Ainda precisam melhorar no vôlei de praia com Bruno e Alisson que hoje foram derrotados para os austríacos.
As nossas meninas do vôlei de quadra feminino venceram bem, e logo as argentinas,  o sabor é sempre especial. As parciais do tranquilo triunfo foram de 25/16, 25/19 e 25/11. A diferença de nível entre as equipes foi evidente desde o início, e o Brasil não teve problemas em nenhum momento do jogo. O próximo desafio é contra o Japão, nesta quarta-feira (10), novamente às 22h35 (de Brasília), no Maracanãzinho. Recuperando-se de uma lesão na panturrilha esquerda, a central Thaísa foi novamente poupada pelo técnico José Roberto Guimarães. A atleta aqueceu normalmente antes do jogo, mas a facilidade da partida e o ótimo desempenho da substituta Juciely fizeram com que sua presença em quadra não fosse necessária. A previsão é que ela volte contra o Japão. Sheilla foi a maior pontuadora do Brasil com 14 pontos.
Os Jogos Olímpicos tem a essência de valorizar aquilo que de melhor a humanidade têm, a diversidade entre os povos e a beleza na história de vida de cada atleta, como nesta imagem histórica que finda o dia na partida entre egípcias e alemãs no vôlei de praia.

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