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» » » » » » Pelos poderes de Greyskull: Entrevista com Taís Rochel, atleta da esgrima nas Olimpíadas!

A Hora do Ouro
Segunda-feira, 22 de Agosto de 2016
Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro

Taís Rochel disputou os Jogos Olímpicos do Rio representando a esgrima, mas sua história é maior ainda, a fã declarada de Guga é dona de muitas conquistas que antecedem as Olimpíadas. Taís foi prata (equipe) nos Jogos Sul-americanos Brasil 2002, Buenos Aires 2006 e Santiago 2014, Vice-campeã da etapa satélite de Copenhague da Copa do Mundo (14), Tetracampeã sul-americana (01, 12, 13 e 15) e Decacampeã brasileira (02, 05, 07, 08, 09, 10, 11, 12, 14 e 15). A poliglota que domina o espanhol, inglês e italiano também é persistente na arte de sonhar. Nesta entrevista ela conta que tudo começou pelos poderes de Greyskull, detalha sua participação nos Jogos Olímpicos do Rio, projeta o ciclo olímpico até Tokio e fala de seu dom em ser estilista.
(Representante da esgrima na categoria florete individual, Taís Rochel fechou sua participação na 15ª colocação nos Jogos do Rio, após ser eliminada na segunda fase pela russa Aida Shanayeva, campeã mundial em 2009).

Vagner: Como surgiu a sua inspiração para a Esgrima no início de sua carreira?

Taís: Quem teve a idéia foi meu pai Luiz Cezar. Éramos sócios do E.C. Banespa na época e ele sempre soube que a esgrima de lá tinha resultados expressivos. Como meu irmão mais velho, que na época tinha 8 anos, curtia He-man, mau pai associou os dois e acabou inscrevendo meu irmão na esgrima. Eu era mto nova (tinha apenas 6 anos)  e era obrigada a acompanhá-lo nos treinamentos. Foi aí que a minha primeira técnica Janet me ofereceu vale lanche, se eu começasse a treinar. Não pensei duas vezes!!! Isso já faz 26 anos!

V:  Como foi a sua avaliação de sua participação nos Jogos Olímpicos?

T: Obviamente que todo atleta quer chegar a medalha. Mas analisando de uma maneira geral, eu joguei muito bem! Comecei ganhando de 15x0 contra a saudita. Depois desse assalto, fiquei muito empolgada para fazer ainda melhor. No assalto seguinte, contra a russa Shanaeva perdi em um jogo de igual para igual, por 15 a 13. Foi uma pena mesmo!!!  Mas o fato de ter jogado em um nível parelho a essa atleta (que está em quarto do mundo e já foi campeã e vice-campeã mundial) mostra que meu nível aumentou muito de uns anos pra cá. E isso serviu para mostrar para mim mesma que posso ir muito longe ainda. Essa derrota me serviu de estímulo para continuar mais um ciclo e ir através de novos resultados.

V: Como serão os próximos passos de sua carreira em um novo ciclo olímpico para Tokio?

T: Agora estou esperando para ver como serão os investimentos e se continuarão os patrocínios para seguir um ciclo ainda melhor. Falo isso porque moro na Itália, onde treino em.uma sala onde tem a primeira do mundo Arianna Errigo e também o campeão olímpico Dani Garozzo. Mas o custo de viver fora é caro e só conseguirei seguir se forem mantidos os investimentos.

V: Nas horas vagas você é estilista, conte um pouco mais desse tão bonito gosto!

T: Na verdade eu tive que largar minha profissão no momento que decidi levar a esgrima de maneira profissional. Desde que o Rio foi eleito e surgiram bons investimentos, decidi "abraçar a causa 100%" e desde então tive que deixar minha carreira de estilista um pouco de lado. Mas para não ficar muito fora do mercado e aproveitar a oportunidade de morar em uma das capitais da moda, fiz uma pós-graduação em consultoria de imagem a pouco tempo em Roma e antes disso também tinha feito um curso de moda em NY (antes de ir para a Itália morei uns meses em NY onde treinei no Fencers club). Dessa maneira consigo levar minhas duas paixoes: a esgrima e a moda!

Crédito da Imagem nesta matéria: Diego Nogueira. 

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