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» » » » Virou Passeio!

Não são poucos os elementos que compõem a campanha da seleção brasileira olímpica de futebol nestas Olímpiadas. Começa simplesmente por ser em casa, e por todas as lembranças que tivemos com a amarelinha da última vez que recebemos visitas. Em todo o furor da família Scolari que buscava repetir 2002 vivemos uma outra dura realidade, não vencemos, nem convencemos e tão pouco nos esqueceremos por muitos séculos do eterno 7 x 1. Os números viraram símbolo de uma geração mimada, fracassada e nada envolvida com o peso que a nossa história pentacampeã do mundo representa.
A desconfiança sobre a seleção se instalou e com o principal jogador brasileiro da atualidade não foi diferente. Neymar carrega o peso de vestir a braçadeira e liderar garotos que têm o desafio do amor a camisa se sobrepor aos salários milionários que recebem. A motivação parece não ter vindo nos dois primeiros jogos, tampouco os gols ou as vitórias, mas vieram as cobranças, comparações com a seleção feminina que destruiu os primeiros adversários, mas aos poucos a resposta parecia vir.
As semelhanças não paravam com 2014, nas Quartas de Finais a mesma Colômbia, o mesmo sofrimento nas divididas de bolas, corpos, costas e canelas de Neymar. Os dois mesmos gols vieram. Chegamos enfim ao Maracanã, algo que não aconteceu em 2014, quase os sete gols vieram novamente, mas agora ao nosso favor, foram seis, dois de Neymar, abrindo e fechando o placar, no meio Gabriel Jesus e Luan por duas vezes cada completaram.
O adversário final foi o mais indigesto prato do cardápio de coincidências, sim, a Alemanha. Lá vem eles de novo. Ainda é impossível decifrar o que o destino reserva aos garotos, mas é certo que temos o melhor elenco das Olimpíadas, ao contrário de 2014. Da partida contra a Dinamarca para a final, mudou a maneira da equipe atuar, com Walace na vaga de Thiago Maia, então suspenso, e de Luan para formar o quadrado mágico do ataque, mas vale dizer que quatro no ataque nos remete a 2006, e a lembrança não é boa. Sera preciso deixar de lado o que nos faz ligar ao passado recente e trazer apenas os cinco campeonatos mundiais para a ponta da chuteira no próximo sábado, às 17h30, para enfim eles darem alegria ao seu povo e sequer cogitar ouvirem algo parecido com a lembrança que compete com 2014, a do infernal Maracanazo.

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