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» » » » » » » Bola Laranja: "Super Hélio" decide o jogo para o Vasco

O ginásio de São Januário recebeu o duelo entre Vasco e Flamengo na noite desta quinta-feira para ver que com as mãos certeiras e uma atuação incansável, Hélio ditou o ritmo da equipe à vitória por 104 a 98. O Cruz-Maltino, então, se mantém vivo e força o jogo 3 da final em busca do título do Campeonato Carioca. O terceiro jogo aliás segue indefinido. A partida estava inicialmente marcada para sexta-feira. O Flamengo, que tem o mando de quadra, quer levar o jogo para o ginásio do Tijuca, com portões abertos. O Grupamento Especial de Policiamento em Estádios (Gepe) afirmou não ter contingente para garantir a segurança, por conta da partida entre Fluminense e Vitória, pelo Campeonato Brasileiro de futebol, no Maracanã. No sábado, a situação se repete: Botafogo encara o Coritiba, no mesmo local. O Rubro-Negro ainda tenta a liberação, mas o mais provável é que a partida seja marcada para a próxima semana. Vice-presidente de esportes olímpicos, Alexandre Póvoa, porém, fala em um “acordo de cavalheiros” com a Liga Nacional de Basquete para que todos os estaduais terminem até o dia 30 de outubro, por conta do NBB. Não há, no entanto, nenhum impedimento contratual para o adiamento. Hélio, que já atuou pelo Flamengo, foi o nome do jogo pelo Vasco. Muito bem na marcação, conseguiu tirar os rivais do sério durante a partida, inclusive com trocas de provocações com Marcelinho. No ataque, marcou 36 pontos, com cinco cestas de três e um aproveitamento de 71,43% nos arremessos – 14 tentativas, 10 acertos. David Jackson, com 24 pontos, foi outro destaque. Do lado rubro-negro, Marcelinho, com 27 pontos, e Marquinhos, com 24, foram os grandes nomes.
No primeiro quarto o Flamengo começou melhor. Marquinhos anotou os dois primeiros pontos. Pouco depois, Ramón conseguiu a cesta e sofreu a falta, convertendo o lance extra e abrindo 5 a 0 no placar. JP Batista ampliou com dois lances livres. Olivinha acertou a mão, marcou mais três pontos, e o Rubro-Negro fez a contagem chegar a 10 a 0. Os donos da casa só foram sair do zero depois de quase cinco minutos de jogo, em infiltração de Hélio, que marcou, sofreu a falta e aproveitou o lance extra (12 a 5). Os dois times estouraram em faltas antes do zerar do cronômetro. Melhor para o Flamengo, que fechou o quarto com nove pontos de vantagem: 26 a 17. Na  volta à quadra, o Flamengo logo ampliou a vantagem para 13 pontos. Com Palacios, Drudi e Wagner em quadra, o Vasco tentava reagir, mas se perdia em erros. Àquela altura, Flamengo se mantinha à frente com boas atuações de Ramón, Olivinha e Marcelinho. Hélio, do outro lado, carregava o time da casa nas costas. Em uma bola de três, fez a diferença cair para sete pontos (30 a 23). O Vasco conseguiu encostar, mas seguia com problemas na marcação. Hélio, porém, estava inspirado. Com duas cestas de três seguidas, fez a diferença cair para apenas um ponto (34 a 33). O empate veio pouco depois, pelas mãos de David Jackson, que marcou, sofreu a falta e aproveitou o lance extra, marcando 36 a 36. O Flamengo cansou e abriu espaço para o Vasco. Em belo gancho de Gaúcho, o time da casa assumiu a dianteira pela primeira vez: 40 a 38. A vantagem foi mantida até o fim, e o Vasco foi com 47 a 44 para o intervalo.
No terceiro quarto o Vasco conseguiu abrir cinco pontos de diferença, mas o Rubro-Negro foi buscar. Hélio marcou de três, Marquinhos respondeu da mesma forma do outro lado (57 a 57), mas o time da cruz de malta foi em vantagem para o quarto final: 76 a 75. No último quarto o Vasco voltou melhor. Depois de uma cesta de três de David Jackson, abriu sete pontos de diferença (84 a 77). Marcelinho conseguiu diminuir da mesma forma no outro lado. Do lado de fora de São Januário, a torcida vascaína esquecia os portões fechados e se fazia ouvir de dentro do ginásio. O Flamengo chegou ao empate, mas o Vasco voltou a abrir quatro pontos de vantagem a pouco mais de três minutos do fim. Uma cesta de três de David Jackson fez a vantagem vascaína pular para cinco pontos a um minuto do fim. O Rubro-Negro tentou, mas viu Marquinhos sair pela quinta falta. Já não havia fôlego para evitar a queda. O Vasco, então, se manteve vivo na disputa: 104 a 98.

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