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» » » » Canetadas: Jornalismo Esporte Clube

Nascemos sós e logo nos ocupamos em nós relacionarmos com as pessoas que estão próximas, a quem amamos e nos deram a vida. Nenhuma paixão passa a existir sem que antes se tenha alguma identificação enamorada por um símbolo expresso e notável a torna-la visível em cores, símbolos e vozes. Todos os que amam, vivem e sentem o futebol, não o teriam feito se antes não fosse alicerçada naquilo que é mais caro a um torcedor, o seu clube. 
Com o jornalista nunca será diferente, é preciso que o coração encontre morada  repleta em uma arquibancada. Todos têm um time pelo qual torcem, se apaixonam e dão a vida pela sua história de falhas e gols, derrotas e vitórias, eliminações e títulos, derrotas. Será eternamente sem preço e por apreço, nunca por números e sempre pela nossa graça que é o time de coração. E sempre haverá a desgraça de pessoas que querem enxergar alguma ligação além da umbilical com o clube, e vêem um jornalista torcedor apenas como ocasião, venda de livros, DVDs, palestras ou mesmo da própria alma. Como ser humano temos o direito de sermos tudo aquilo que nos sentimos propensos a amar e como jornalista esportivo temos o dever de não distorcermos a opinião pela paixão. Clubismo não é assumir o time pelo qual torce, mas sim é disfarçar o que se fala contra quem não torce. 
Somos torcedores que nos tornamos jornalistas e não jornalistas que se tornaram torcedores. A profissão um dia será premiada com a aposentadoria, o primeiro amor incondicional jamais deixará as raízes criadas ainda no útero. Somos filhos de torcedores e pais daqueles que são o futuro das torcidas dos clubes brasileiros. O amor de um torcedor é um eterno incondicional e que apenas ele fará entender o amor dos outros pelo que é seu, os que criticam ou elogiam, todos vieram de um berço a pular por gritos de gols. Só pode tentar entender a loucura que é o futebol quem se mantém insano e intenso como torcedor, mesmo e principalmente no exercício de sua profissão. Ninguém entende mais do time que o torcedor, aquele que sobe em cima do muro para ver os vários lados, credos e cores, e mesmo assim segue com a caneta na mão buscando a melhor versão possível dos fatos, dando com a mão e coração, as cores precisas da paixão.
O Jornalista esportivo pode ser uniformizado, só não pode inventar time, deixar de torcer ou torcer sem ser, assim perderia o mais belo lado do grito de gol, o que vibra, corneta e pede a saída de um, a chegada do outro e o limite do universo das quatro linhas. A paixão sempre cabe em toda a profissão, mesmo no exercício dela pelo intolerante Mauro Cezar Pereira, que não tolera quando é cutucado ou criticado, sequer deixando outros falarem. Mas na democracia das arquibancadas a sua voz se mistura com todos aqueles que como ele, se abrem para expressar a paixão e o coração pelo sagrado futebol.

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