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» » » » » » Canetadas: Mais uma vez a zaga do Fluminense entregou os pontos

A volta ao Maracanã não foi como o Fluminense esperava. Mesmo com a arbitragem marcando a favor do mandante um pênalti inexistente, o tricolor carioca não conseguir vencer o vitória, que briga contra o rebaixamento no campeonato nacional. A Libertadores ficou longe. O Vitória não desistiu arrancou empate nos minutos finais e complicou o rival na briga por uma vaga na Libertadores. Com o resultado o Fluminense chega aos 48 pontos. O Tricolor, que se ganhasse tiraria o Corinthians da sexta posição, volta a campo no dia 6, quando visitará o Cruzeiro, em Belo Horizonte. Com o empate, o Vitória permaneceu na 17ª colocação e ainda dentro da zona de rebaixamento. O time baiano volta a jogar no mesmo dia, em casa, contra o Atlético-PR.
O Fluminense perdia por 1 a 0 quando Richarlison recebeu livre e partiu em direção ao gol de Fernando Miguel. Atrasado, Victor Ramos puxou o atacante fora da área, e o árbitro Nielson Nogueira Dias errou duas vezes. Primeiro ele marcou pênalti mesmo quando o lance foi fora da área. Segundo porque o zagueiro do Vitória já tinha amarelo e deveria ter recebido o segundo e, consequentemente, o vermelho. O fato é que o gol deu início à reação do Tricolor.
O Fluminense que virou a partida com o gol de Cícero não foi o mesmo que passou a segunda etapa toda dando espaço para o Vitória atacar. Em muitos lances a zaga tricolor era composta por cinco defensores contra dois atacantes do rubro negro, e mesmo assim perdia as jogadas. Marinho teve, como em um treino, diversas oportunidades para cobrar faltas em direção a meta carioca, mas parou na barreira ou chutou para fora. De tanto falhar, uma hora a zaga do Fluminense foi generosa com o ataque do Vitória. Euller fez o que quis para cima de Wellington Silva, e cruzou para Marinho, ainda em ritmo de treino, desta vez não desperdiçar a caridade da zaga adversária. O que todos viram se tornou realidade e mais uma vez a equipe de Levir Culpi perdeu pontos na hora da decisão. Ainda vale a pena contar que quase essa história foi diferente, com uma bicicleta de Cícero no último minuto, passando muito perto do gol de Fernando Miguel. Ficou no quase. Mais uma vez.
As homenagens a Carlos Alberto Torres, o Capitão do Tri, não param. Antes do jogo começar, os jogadores respeitaram um minuto de silêncio sob aplausos dos torcedores no Maracanã. No intervalo, o filho Alexandre Torres recebeu uma camisa tricolor com o número 4 no mesmo momento em que o telão do estádio passava lances do ex-jogador com a camisa da seleção brasileira.

FLUMINENSE 2 X 2 VITÓRIA

Data e hora: 28/10/2016, sexta-feira, às 19h30 (horário de Brasília)
Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Nielson Nogueira Dias (PE)
Auxiliares: Marcelino Castro de Nazare e Bruno Cesar Chaves Vieira (PE)
Gols: Marcelo, aos 30min, Richarlison, aos 36min, e Cícero, aos 47min do primeiro tempo; Marinho, aos 43 do segundo tempo.
Cartões amarelo: Victor Ramos e Marcelo (VIT)  Pierre (FLU)

Fluminense
Júlio César; Wellington Silva, Gum, Henrique e Giovanni (Marquinho); Pierre, Douglas, Cícero e Scarpa; Wellington (Marcos Jr) e Richarlison (Magno Alves)
Técnico: Levir Culpi

Vitória
Fernando Miguel; Diego Renan, Kanu, Victor Ramos e Euller; Amaral (David), Willian Farias, Marcelo e Cárdenas (Sérginho); Marinho e Kieza
Técnico: Argel Fucks

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