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» » » » » » Canetadas: Que venha a Argentina, mas antes a Dona Ivone!

Foram poucas as vezes na história do futebol mundial que a mudança de um treinador surtiu um efeito tão imediato quanto a chegada de Tite ao comando da seleção. Do sexto lugar em março, quando o Brasil havia empatado com o Paraguai, ao topo da tabela das eliminatórias sul-americanas, o time foi da depressão pelos maus resultados à euforia de quem assumia a liderança com a vitória sobre a Venezuela por 2 a 0, em Mérida, ainda que a seleção jogou apenas o suficiente para conseguir a vitória, e se tivesse atuado como contra o Equador por exemplo, teria vencido por sete, oito gols. Gabriel Jesus, o artilheiro sempre triste e Renato Augusto, com precisa assistência, foram os destaques do confronto.
Com quatro vitórias seguidas, o Brasil de Tite vai para o confronto contra a Argentina, no dia 10 de novembro, no Mineirão, em situação muito melhor do que a eterna rival, quinta colocada após a derrota para o Paraguai por 1 a 0 em Córdoba. Agora são os argentinos que vivem situação difícil após duas rodadas em que não contaram com Lionel Messi, lesionado, e conquistaram apenas um ponto no empate contra o Peru por 2 a 2.
O que mais se tem visto na torcida pentacampeã do mundo é a volta do orgulho, amortizado pelos fracassos recentes, de torcer pela amarelinha, que por tantos anos acompanhou o brasileiro como a sua segunda pele. Com 21 pontos, a seleção assumiu a liderança das eliminatórias graças ao empate do Uruguai contra a Colômbia por 2 a 2, em Barranquilla. A Celeste de Óscar Tabárez agora tem 20 pontos. Equador e Colômbia, com 17 pontos cada, vêm na sequência e hoje também estariam classificados para o Mundial da Rússia, em 2018. Em quinto com 16 pontos, a Argentina hoje teria que disputar uma repescagem mundial para estar na Rússia. Paraguai, com 15 pontos, e Chile, atual bicampeão da Copa América, com 14, vêm na sequência e também estão na briga pelas cinco vagas.
Mas sobre o confronto com a Argentina no Mineirão, Tite ainda se esquiva. Abre Aspas:
"Não posso projetar nada. Eu estava pensando apenas na Venezuela, na necessidade desse resultado, na busca pelo desempenho em condições adversas. Eu sei quanto tempo vocês (jornalistas) levaram para chegar até aqui. Nós também passamos por essa adversidade grande. Sem falar no estado do gramado, do enfrentamento, do nível de competitividade alta, da busca pela classificação que ainda estamos em um processo. Não é porque estamos na liderança que a vaga está garantida. Dá confiança? Dá. Foi consistente de novo? Foi. Mas foi apenas mais um passo. Só quero ir pra casa ver minha mãe, a dona Ivone. Depois da outra rodada não consegui ir visitá-la. Até falei para ela o que quero comer. E não estou pagando de humilde. Quero comer arroz, feijão, carne moída e repolho (risos)."

FICHA TÉCNICA

VENEZUELA 0 x 2 BRASIL

Local: Estádio Metropolitano de Mérida, em Mérida
Data: 11/10/2016
Hora: 21h30
Árbitro: Victor Carillo (Peru), auxiliado por Jonny Bossio e Raúl López (ambos peruanos)
Cartões amarelos: Ángel, Velázquez, Herrera e Paulinho
Gols: Gabriel Jesus, aos 7min do primeiro tempo, e Willian, aos 8min do segundo tempo

Venezuela: Hernández; Rosales, Ángel, Velázquez e Feltscher; Flores (Herrera) e Rincón; Juanpi (Guerra), Martínez e Peñaranda (Otero); Rondón. Treinador: Rafael Dudamel

Brasil: Alisson, Dani Alves, Marquinhos, Miranda e Filipe Luís; Fernandinho; Willian (Taison), Paulinho, Renato Augusto e Coutinho (Giuliano); Gabriel Jesus. Treinador: Tite.

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