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» » » » Canetadas: Sem Bellini, Mauro e agora Torres, mas ainda com Dunga e Cafu

São cinco os brasileiros que tiveram a honra de levantar um título mundial pela seleção brasileira. Seriam quatro, se não fosse pela teimosia de nosso capitão do bi campeonato no mundial de 1962 no Chile. Mauro disse que se não fosse titular e capitão, não aceitaria a convocação e iria embora da preparação do elenco as vésperas na estréia. O receio da delegação era o de comunicar a Bellini o desejo de Mauro e ele se sentir afrontado, mas o então capitão foi enfático ao dizer que o postulante a braçadeira estava certo e ele apoiava a mudança, afinal desde 1950  já havia tido a oportunidade, levantando a nossa primeira taça em 1954, e agora era a  hora de Mauro. A atitude fez a união do grupo aumentar mais ainda e o resultado final foi tão grandioso quanto a atitude de Bellini.
Carlos Alberto Torres, falecido nesta Terça-Feira, 25, antecipou o seu Natal, há exatos dois meses de sua chegada, e nasceu para a galeria dos capitães que moram no céu. Foi fazer companhia a Bellini, falecido em 2014 e a Mauro, que como Torres, se foi aos 72 anos. Ele foi o nosso capitão do tri por mais de 24 anos, deixando encrustada a imagem de quem soube ser líder, o único a dar broncas em Pelé com a amarelinha sagrada. Quando chegou o Tetra, ele seguiu sendo o nosso capita, passando e conquistando tantos títulos como treinador, quanto como jogador por clubes memoráveis, como Botafogo, Santos, Corinthans, Fluminense e por último Paysandu. Atualmente contava histórias de quem tão bem as viveu, em constantes aulas aos indisciplinados jogadores de nosso tempo.
Em 1994 o Brasil teria Ricardo Gomes como capitão, mas por pouco não chegou aos EUA, cortado em lesão deu a Dunga a oportunidade de ficar marcado para a galeria dos nossos eternos capitães. O mundial de 2010 foi para o treinador o que 1990 foi para o jogador e sua história como jogador foi mais uma vez reforçada, nas lembranças de vitórias que não se repetiram em sua nova empreitada. Com o pentacampeonato mundial de 2002, o Jardim Irene ficou conhecido em todo o mundo pelos escritos na camiseta de Cafu, o nosso último capitão, que do alto do pódio de Yokohama contava ao mundo o orgulho de suas raízes. Ele, que como Carlos Alberto foi um dos melhores laterais de todos os tempos.
A passagem do nosso eterno capita Carlos Alberto Torres quer também ser um pedido para que cuidemos dos nossos ídolos, que tanto fizeram pela história do futebol, que hoje emprega, emociona e da vida ao país que leva por sobrenome o esporte que nasce em nossas entranhas antes mesmo de existirmos.

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