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» » » Canetadas: Ser jornalista, ser amigo e ser você mesmo

Quem tem o dom de contar as notícias sabe que é muito possível que se discorde demais de nós mesmos quando estamos trabalhando. Faz parte. É possível ainda que sobre amigos achemos que são duros demais, exigente demais, querem as coisas sempre no mesmo. O que jamais será defeito. É questão de jeito, de estilo. É característica. Mas não as vezes e sempre temos mostrar que somos diferentes, dispostos a não bloquear nas redes sociais quem não quer papo. Podemos e devemos sermos aqueles que prefirimos seguir quem ''merece'' bloqueio e conversarmos ou sacanearmos quem chega chutando. Não é defeito ou virtude. É característica. Como jornalista, precisamos aturar, entender, compreender e respeitar a corneta, a crítica, a cobrança lateral, a paralela, a direta, a sacanagem, a trollada, a stalkeada e a detonada do público do mesmo jeito que o jornalista faz isso desde que começou. Infelizmente, muitos queridos colegas já partem para o bloqueio direto. Honestamente, não entendo.
O ideal é o equilíbrio. Sempre. Para o jornalista chega a ser dever subir no muro para ver os dois lados. Buscar a melhor versão possível dos fatos. Entender as todas as cores e credos. Buscar a maior imparcialidade, isenção e independência possíveis. Alguns amigos são mais exigentes e contundentes. Muitos se devem às cores dos corações. São assumidamente torcedores. E por isso mesmo somos assumidamente jornalistas. Só pode trabalhar com futebol quem torce por um time. Quem não torce não entende o torcedor e, por tabela, o futebol. Quem segue torcendo por uma paixão incondicional entende mais o próprio time e o dos outros. Quem esconde o time esconde o ouro e o chumbo. Quem deixa de torcer deixa de entender o espirito. 
É tudo questão de gosto. E nada que tire os inegáveis méritos da pauta de cada um. Não são poucos os amigos queridos que o futebol, o jornalismo e a vida nos deram. 
Tudo é uma questão de estilo e de trabalho. Todos são respeitáveis. Muitas vezes elogiáveis. Ninguém precisa ser amigo de ninguém. Mas precisa menos ainda ser inimigo para exercer seu trabalho. Antes de ser jornalista, somos pessoas. Chega de gente que ataca para se defender. Chega de gente que não tolera e não conversa. Bola pra frente. Por baixo ou pelo alto.

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