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» » » » Canetadas: A bola, envergonhada, ficou vermelha

A crise do basquete brasileiro não é atual, assim como a nota divulgada nesta tarde no site da entidade que rege o esporte no Brasil. Segue-se: "A Confederação Brasileira de Basketball (CBB), por meio de seu Presidente e de sua Diretoria, vem por meio desta mostrar sua surpresa com a punição imposta pela Federação Internacional de Basketball (FIBA). No início do mês de novembro, a FIBA enviou ao Brasil o dirigente José Luis Saez que, durante reunião na CBB e demais encontros, em momento algum abordou a possibilidade de suspensão da entidade brasileira. Dessa forma, a CBB vai buscar os meios formais e legais para preservar o basquetebol brasileiro. Na próxima quarta-feira (dia 16), a CBB comentará todos os itens elencados pela FIBA e irá pontuar o que de fato acontece no basquete nacional para que a sociedade avalie e forme sua opinião sobre esse episódio".
A Confederação que se diz supresa é a mesma que a longínquos anos é comandada por pessoas ultrapassadas e estagnadas no poder, visando unicamente os interesses pessoais acima do bem do que irá reger o sucesso do coletivo. Os torneios nacionais masculino e feminino são organizados de maneira insuficientes para que de fato cresça nos berços brasileiros e volte ao lugar que já ocupou de segunda força esportiva no país. O amadorismo visualizado por quem participa do NBB e da LBF está refletido na falta de patrocinadores aos clubes, que ano a ano fecham as suas portas, como Limeira e São José, deixando milhares de atletas e famílias sem emprego e incontáveis fãs sem poder acompanhar o esporte, que seria estímulo aos seus próprios filhos para que encontrassem no esporte a saída para tantos problemas sociais.
Os dirigentes que hoje vêem a saída da seleção brasileira do cenário internacional com surpresa e prometem de fato pontuar o que acontece no terreno nacional, são os mesmos que prometem agrados a federações para que sendo votados se perpetuem no poder. A crise do basquete no país não diz respeito apenas a conta não paga para a compra da vaga da seleção no mundial de 2014, mas sim o quanto se está vendendo a custo irreversível a história de um valor sagrado para as páginas da bola laranja. Ela que mesmo redonda, não é mais capaz de acertar o aro de um futuro promissor e se tornou vermelha, assim como a face de nossos campeões, envergonhados com o fim daquilo que eles deram a vida para tornar imortal.

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