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» » » » Canetadas: De um pé na cova para um pé na Copa

Recordar a história do fatídico Mineirazo sempre será necessário para se dizer que uma nova era se iniciou na seleção brasileira. Os sete gols que ficaram encrustados na rede brasileira precisam serem removidos para que sejamos capazes de visualizarmos novamente o brilhantismo de nossas cinco estrelas mundiais, únicas para qualquer seleção. Todos os erros que se misturaram ao longo dos anos, da corrupção da entidade máxima que gere as quatro linhas, com a paixão da seleção canarinho, ofuscaram por muitas jornadas o envolvimento do torcedor com o seu primeiro amor nacional. Muitos se afastaram, os clubes europeus ganharam as camisas que vestem os jovens, a amarelinha foi sendo deixada de lado.
Quando um aniversário de título mundial ocorre ou mesmo em um falecimento de um ídolo do passado de nosso futebol acontece, os jornais se lembram de destacar e os fãs em um esforço de memória se dizem saudosos da seleção brasileira. Os jogadores nos últimos mundiais mostram pouca ou nenhuma identificação com o que vestem, não tendo a consciência do quão sagrada é a história penta-campeã do mundo. Se passaram dois anos do inicialmente citado Mineirazo e o Brasil voltou a jogar no estádio central de Minas Gerais, embalada de quatro vitórias seguidas e comandada agora por Tite. O quinto tento chegou e com uma histórica goleada sobre a maior rival Argentina.
A vitória em Lima na sequência veio seguida de uma declaração do treinador, afirmando que "desejava que a Copa do Mundo fosse daqui a três dias". Não será. Mas um triunfo maior do que o hexa campeonato já vem acontecendo com a devolução da seleção brasileira ao seu primeiro e único dono, o torcedor brasileiro. O melhor técnico em atividade no país vem mostrando que aceitar trabalhar com Marco Pólo Del Nero não significa ser aliado da corrupção, que contar com Neymar não quer dizer abrir mão de que o coletivo seja o mais importante e ainda que nada será mais frutuoso do que a escalação por merecimento e não por escolhas de empresários. Todas as vezes que esteve nas mãos de seu melhor patrono, a amarelinha ou mesmo reposta de azul, sempre foi vencedora dentro e fora de campo, assim como a seleção de 1970, que teve ontem seu recorde de seis vitórias seguidas em eliminatórias igualado pela atual geração. Dos pés nas covas do fracasso em 2014 caminhamos em seis jogos para colocar os mesmos pés na Copa de 2018. Nada russo.

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