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» » » » Canetadas: Os que amam o esporte e os que se realizam em resultados alheios

Nos últimos 22 anos vários foram os pilotos brasileiros que passaram pela Fórmula 1, porém destacam-se nesta lista os nomes de Rubens Barrichello e Felipe Massa. Donos das únicas vitórias do Brasil desde a morte de Ayrton Senna em 1994, os dois chegaram ao vice-campeonato na categoria, no entanto jamais a um título. Felipe Massa e Rubens Barrichello se parecem também nos números menores, ambos tem 11 vitórias, com 16 Pole Positions para Felipe e 14 para Rubens, em voltas mais rápidas são 15 para Massa e 17 para Barrichello, em pódios 41 do ainda piloto contra 68 do atual Stock Car. Massa passou por 3 equipes e Rubinho por 6, mas ambos estreiaram na F1 com a mesma idade, 20 anos e 10 meses. Em contra ponto a idade na última prova de Massa é de 35 anos e 6 meses (2002, 2004-2016, 14 temporadas) e Rubens mais tardio com 39 anos e 6 meses ( 1993-2011, 19 temporadas). Os números não são próximos as dos nossos campeões mundiais, mas que dura missão, assim como terá o sucessor de Bolt, em pistas jamaicanas. Não é plausível a igualdade.
Os números são expressivos e refletem dois grandes pilotos da história do automobilismo brasileiro, mas que além de tudo são pessoas de bom caráter, deixando um legado de respeito, amizade e de exemplos em um meio que se notabiliza por ser frio, desonesto e maldoso. Orgulham o Brasil pelo que representam dentro e fora das pistas. Rubens viveu dentro da equipe que reinava soberana sobre todas as outras escuderias a época e teve conhecidamente um outro piloto favorecido em todas as ações pelas ordens de Maranello. Felipe não contou com a sorte para que o universo o declarasse campeão do mundo, mas fez temporadas fantásticas entre 2006 e 2008. Foram bons demais, ao contrario de muitos campeões mundiais, inclusive brasileiros, que sobravam em títulos e em práticas desonestas.
Existem brasileiros que tem a mania de não reconhecer o talento de um profissional e do auto de sua limitação incrustado em um sofá, é capaz de tecer criticas a esportistas sem sequer terem sucesso em sua vida profissional, pessoal e familiar. Quando se olha a avaliação sobre a carreira dos nossos dois últimos esportistas do automobilismo brasileiro, temos uma clara separação entre aqueles que amam o esporte e que os que pegam carona na vitória de resultados, para se sentirem realizados pelo esporte no que não são em sua vida.

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