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» » » » » Canetadas: Só nós temos Rogério!


Escrever sobre Rogério Ceni para qualquer torcedor São Paulino é ter um exímio cuidado para não se confundir com a história dos últimos 25 anos do Tricolor Paulista. Ou ainda deixar-se levar e conduzir pelo menino que veio de Sinop para honrar e desenhar com a própria vida a escrita Tri Campeã  Mundial e da Libertadores que o clube viveu. E ainda o soberano Tri-Hexa Brasileiro. Jamais rebaixado. O time que criou nos demais clubes brasileiros o sabor por uma noite de Libertadores. Popularizou e transformou com Telê, Muricy e Ceni as belas camisas do São Paulo por todos os cantos do mundo.
Rogério se tornou Ceni quando fez dos olhos dos fanáticos que iam ao Morumbi um imã para o próprio gol em cada cobrança de falta e pênalti para o Tricolor. A grande área adversária virou o principal salão de festas do maior goleiro artilheiro do mundo. Do primeiro em Araras, passando pelo centésimo sobre o maior rival até o último em um pênalti festivo para a casa sacrossanta lotada há um ano atrás. Parece tanto tempo. Quem viveu por tantos anos sobre o capitaneio do maior jogador da história do Morumbi jamais irá saber viver sem que tenhamos a liderança de quem mais ama o São Paulo em sua história.
A história do clube passou por oscilações, coincidentemente nos últimos anos de carreira, onde nosso 01 já não dava passos tão largos. O ano de 2016 foi de um sopro das noites de Libertadores, e de uma ingratidão desnecessária com Ricardo Gomes, que saiu sequer sem a despedida merecida, ofuscado pela chegada de Rogério. Merecia mais respeito. Coisa rara no Morumbi e em nossos lares. Ceni se preparou durante o ano todo não deixando de ser e de dizer ao mundo que seu sonho é viver para o São Paulo, o clube que tem Rogério, o único a poder dizer que é representado pela vida e amor de um homem que se tornou M1TO por todos os dias de sua vida dedicada as três cores do coração de milhões.
É certo dizer que se ele não for o próprio motivo de todos os nossos sorrisos nos últimos anos, ninguém poderá nos fazer feliz. A casa sempre será sua. Somos visitas privilegiadas de uma história que não poderia estar em melhores mãos. Calam se situação e oposição. Unem se novamente o vermelho, preto e branco das glórias que vem do passado.

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