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» » » » Pole Position Especial: A dobradinha Piquet e Senna em Jacarepaguá

A década de 1980 foi bronzeada para a F1 no Brasil. Nesta década, o GP do Brasil foi realizado em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, entre 1981 e 1989, sem contar a edição inicial, realizada em 1978. O Rio era um lugar do agrado de todos: pilotos, mecânicos, jornalistas e público em geral. Correr na Cidade Maravilhosa só era mesmo complicado em virtude do calor, sempre fortíssimo no começo do ano na capital fluminense.
Depois de três edições no Rio marcadas por vitórias estrangeiras — duas de Carlos Reutemann e uma com Alain Prost —, finalmente os cariocas e os brasileiros em geral tiveram motivos para comemorar. Radicado em Brasília, Nelson Piquet, filho do Rio, vencia pela primeira vez em casa em 13 de março de 1983. Nelsão assumiu a liderança do pole Keke Rosberg na sétima volta e não foi mais superado. Foi só mais um motivo para o carioca comemorar naquele ano.
25 de março de 1984: neste dia, há pouco mais de 32 anos, Ayrton Senna disputava seu primeiro GP na F1. O palco não poderia ter sido melhor: Jacarepaguá, Rio de Janeiro. Depois de brilhar na F3 Inglesa, Senna recebia sua primeira chance na F1 e assumia o TG183 da Toleman. Logo na estreia, Ayrton já se colocava em uma razoável 16ª posição no grid. Nelson Piquet, consagrado como bicampeão do mundo, era o sétimo do grid. Mas a primeira corrida de Senna na F1 durou apenas oito voltas. O jovem brasileiro, então com 24 anos, completou apenas oito voltas e abandonou com problemas no turbo do seu carro. De fora da pista, Ayrton via aquele que seria seu maior rival, Alain Prost, triunfar novamente no Brasil. 
Nelson Piquet contra Ayrton Senna. Aquela que seria uma das rivalidades entre pilotos do mesmo país mais explosivas da F1 teve um grande momento no GP do Brasil de 1986. Àquela época, Senna já deixava de ser um garoto promissor para se colocar como um futuro campeão do mundo, enquanto Nelson Piquet, consagrado com o bicampeonato mundial, fazia sua estreia pela forte Williams, que contava com o forte motor Honda. Senna largou na pole, seguido por Piquet e René Arnoux, da Ligier. Mas os brasileiros, de longe, foram os protagonistas. Nelson ultrapassou o compatriota na segunda volta e trouxe consigo o rival da Lotus. A corrida acabou sendo toda dominada por Piquet, que acabou por perder a liderança apenas enquanto teve de ir aos boxes para trocar pneus. Ayrton chegou em segundo e completou a primeira dobradinha da dupla Piquet-Senna no Mundial de F1.
Maurício Gugelmin despontava como um grande nome da nova geração brasileira na F1. Natural de Joinville, o piloto havia estreado pela March em 1988, mas viveu seu grande momento no Mundial um ano depois, em Jacarepaguá. Com uma performance surpreendente, o catarinense fez uma corrida inesquecível, largou de 12º lugar e empreendeu uma grande reação. Com um bom ritmo de prova, o piloto terminou só atrás de Nigel Mansell e Alain Prost e cruzou a linha de chegada em terceiro. O público que lotou Jacarepaguá para torcer pela primeira vitória de Senna — que largou na pole-position no GP do Brasil de 1989, mas teve problemas logo na largada e não fez grande corrida —, passou a torcer para Gugelmin colocar o carro verde da March como um dos destaques do fim de semana no Rio de Janeiro.

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