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» » » Prisão de Corinthianos: Passado um mês e nada mudou

Ja se passou um mês após o tumulto ocorrido nas arquibancadas do Maracanã na partida entre Flamengo e Corinthians, e 30 corintianos continuam detidos no Complexo de Gericinó, em Bangu, e sem previsão de soltura imediata. O grupo foi enquadrado por crimes de lesão corporal, dano qualificado, provocar tumulto em locais de jogos, resistência qualificada e associação criminosa. Todos eles estão na Cadeia Pública José Frederico Marques, conhecida como Bangu 10, que serve de triagem para quem é encaminhado ao complexo prisional. O grupo está detido em uma cela única, separado dos demais presos.
Inicialmente, um mesmo trio de advogados se encarregou da defesa dos acusados, mas atualmente 15 defensores atuam no caso, a maioria contratada por familiares. Desde que a prisão preventiva foi decretada, dez pedidos de habeas corpus solicitando a soltura dos presos foram feitos, mas todas as liminares acabaram negadas pela Justiça.
Nem mesmo problemas médicos têm sido suficientes para demover os magistrados. Em um dos casos, a juíza responsável por negar o habeas corpus assinalou que “cabe ao sistema penitenciário assegurar os meios necessários para tratamento da enfermidade”, e considerou ainda que “a alegada gravidade de saúde não foi óbice para que o referido acusado deixasse sua cidade e viesse ao Rio de Janeiro assistir uma partida de futebol”. As sucessivas negativas têm incomodado os defensores. Há quem considere que o grupo só será liberado após o término do Campeonato Brasileiro. Essa seria uma forma de evitar que os corintianos voltassem aos estádios ainda este ano. Além dos 30 presos há um mês, outros dez corintianos foram detidos na semana passada por ameaças à juíza responsável por pedir a prisão dos acusados.

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