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» » » » Muñoz foi treinado por Caio Jr. no Palmeiras e hoje vive em Medellín

Um ex-jogador com forte ligação com o futebol brasileiro acompanhou de perto a tragédia que matou 76 pessoas na madrugada de terça-feira, na Colômbia. Muñoz defendeu o Palmeiras entre 2000 e 2006 e mora em Medelin, cidade onde o avião que levava a delegação da Chapecoense deveria pousar para a disputa da final da Copa Sul-Americana.
De certa forma, seu coração estava dividido para a decisão. Ele se considera um torcedor do futebol brasileiro, mas também possui grande vínculo com o Atlético Nacional, clube que defendeu em três passagens. Depois da queda do avião da Lamia, porém, o sentimento é único: o de dor. Ele falou a imprensa colombiana.
- Fiquei sabendo do que ocorreu através de um amigo do Nacional, onde eu joguei oito anos. Era tarde da noite quando todos ficaram sabendo do ocorrido, é tudo muito triste - lamentou o ex-atacante.
Segundo ele, o clima na sua cidade-natal, onde vive, é de luto, mas também de solidariedade aos brasileiros. Para o ex-atacante, o mais importante é que os mortos na tragédia nunca sejam esquecidos e sejam lembrados como heróis.
- Estamos muito magoados, mas nosso país, nossa cidade está sendo muito solidária, oferecendo tudo que precisam. Não temos palavras para confortar as pessoas que perderam seus parentes, mas a vida continua. É preciso lembrar essas pessoas como grandes heróis. O futebol tem dessas coisas, nos arriscamos nas viagens o tempo inteiro - destacou.
Das vítimas do acidente, Muñoz conviveu pouco com Caio Júnior, que assumiu o Palmeiras quando ele estava de saída do clube, em 2007, e atuou contra Cleber Santana, na época em que o volante estava no início da carreira. Abalado, o importante para ele é que o drama sirva de lição para que não se repita.
- Nunca passei por situação difícil em aviões na época de jogador, mas sempre sabemos que pode acontecer alguma coisa. Assim como no Brasil, aqui na Colômbia os delocamentos são constantes e em alguns lugares o clima é instável, faz frio, tem neblina, isso mexe com os aviões. Você sabe que ele sobe, mas não sabe como ele descerá. Estou com o coração na mão. Que as companhias sejam mais cuidadosas para que isso não aconteça novamente.

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