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» » » » Na íntegra a coletiva de apresentação de Rogério Ceni como técnico do SPFC

​Abre Aspas para Rogério Ceni:
"Antes de responder qualquer questão, quero agradecer as palavras do presidente, a presença dos outros dirigentes e que também foram importantes para estar aqui e dar prosseguimento a minha história de 26 anos. Talvez não fosse o dia mais indicado, devido a essa tragédia recente. Tudo aqui é secundário perto do que aconteceu na semana passada".
Rogério é questionado sobre o papel do torcedor: "O torcedor é sempre importante. A mudança de formatação do Campeonato Paulista nos traz seis jogos no Morumbi. Acho que o anel superior (arquibancada) deveria continuar com preço popular para que tenhamos sempre 40 mil pessoas. O apoio do torcedor sempre foi e sempre será fundamental", afirmou o técnico são-paulino.
O que o levou a mudar de lado e virar técnico? 
"Meu coração disse que se o São Paulo me chama, eu jamais poderia recusar. A profissão de técnico não se traz somente em relação ao conhecimento, mas sim à gestão de pessoas. Por isso, que é preciso ter uma simbiose entre todas as áreas. Quando as partes caminham do mesmo jeito, tudo pode dar certo. O que me move são os grandes desafios", afirmou.
O que é fundamental para tratar com os atletas? 
"Objetividade, lealdade, honestidade. Te dou o exemplo do Mário Sérgio, que infelizmente faleceu. Me chamou em 1998 e disse que não gostaria que eu batesse faltas. Entendi a colocação dele, respeitei. No tempo que trabalhei aqui, não bati falta. Mas ele foi sincero. Quando você é sincero, nem sempre você vai agradar, mas acredito na meritocracia."
"No São Paulo, passei por todos os tipos de situações, de glórias aos fracassos. Não espero ser julgado como atleta e sim como treinador. Vou montar uma equipe de trabalho muito boa. Vamos fazer o máximo para ter um elenco mais forte. Será um desafio preocupante e ao mesmo tempo, fascinante. Coisas pequenas não trazem emoção. Foi o que me trouxe de volta aqui. Vim aqui em busca da glória", afirmou.
"Pude acompanhar vários jogos, ver atuações de times profissionais e sub-23. Pude tirar o máximo de conhecimento da Inglaterra, que para mim era o máximo na Europa", afirmou Rogério.
Tem receio de ser confundido como jogador? 
"Honestamente, gostaria que a confusão do Maicon fosse verdadeira e pudesse jogar. Não há problema nenhum. É um jogador que representou muito bem o São Paulo neste ano. Não tenho como avaliar o percentual de importância de um treinador porque ainda não trabalhei como. Me considero uma parte de um clube. Prefiro me sentir importante no grupo."
Rogério fala sobre o ano de estudos que teve em 2016: "Eu tive o segundo semestre fora. No primeiro, aproveitei para descansar e ver a Libertadores. Vi um primeiro semestre promissor do São Paulo, por detalhes não chegou na final. No segundo semestre, fui para a Inglaterra, passei vários dias, foram 128 horas de curso na Inglaterra para aprimorar o inglês e para o aprendizado que o curso oferece."
Ceni fala sobre as falas de Renato Gaúcho: "Quem vence, tem história para contar. Admiro o Renato como jogador, foi campeão mundial com o Grêmio. Ele demonstra toda a capacidade como profissional da área. Qualquer profissional que tenha conhecimento pode ser treinador. Penso que quando você estuda e se atualiza, é melhor. Os dois tipos de profissional podem ter sucesso no futebol", afirmou Rogério.
Rogério Ceni fala da porcentagem que o treinador influencia no trabalho:
"Eu não tenho como avaliar o percentual de um treinador porque ainda não exerci essa função. Eu me considero apenas uma parte de um todo de um clube, incluindo atletas, comissão técnica. Não tenho como avaliar um percentual exato da importância de um treinador. Acredito que o importante no ambiente de trabalho é que você se sinta à vontade naquilo que você exerça"
Apresentação de Rogério Ceni:
"É um desafio que seja satisfatório, emocionante, fascinante, preocupante. Essa é a graça da vida: grandes desafios, e foi isso que me trouxe. Osorio falava que tem coisas que você faz por dinheiro e coisas em busca da glória. Eu vim em busca da glória".
"O clube também precisa de jogadores importantes, a mescla é fundamental. Precisamos fazer o São Paulo mais forte em 2017", disse Rogério.
Importância da base no seu trabalho: "Acredito que pelo investimento que é feito em Cotia, não podemos deixar de aproveitar os jogadores. Acompanhei treinos do sub-15 até o sub-20. Vi jogos. Temos profissionais altamente qualificados. Será dada oportunidade aos jogadores da base. O Lucas ainda não está pronto, o Neres foi para a seleção, o Pedro vem participando. "
Ceni é questionado se aceitaria proposta dos rivais? "Não consigo me ver como treinador de um desses times. Sempre manifestei o desejo de treinar o São Paulo. Também acho que não me veriam como uma opção. Existe uma incompatibilidade. Espero ficar muito tempo aqui, embora a gente saiba como funciona a questão do treinador no Brasil. E falo isso sobre os rivais com o maior respeito"
"Minha intenção é jogar ofensivamente, pressionando, buscando o gol. É claro que em alguns jogos, podemos fazer ajustes diferentes. Mas vou me adaptar ao que tiver à disposição."
Rogério fala sobre Renan e Denis: "Provavelmente, o Sidão está contratado. Trabalhei com os dois muito tempos, os acho capacitados. Falhas acontecem com quem está no campo de jogo. O Renan teve poucas oportunidades, o Denis fez a maioria das partidas. Sei o potencial do Denis, sei o que ele pode render. Foi o goleiro que mais jogou na minha ausência. Vai ser uma disputa saudável. "
O que viu dos treinos na Europa? "Pude ver, pesquisar bastante e acompanhei treinos bem diferentes do que eu fazia. Quem mais se aproximou do que eu vi lá fora foi o Osorio. Acredito na intensidade do treinamento. Na pré-temporada, os trabalhos terão 60 a 70 minutos por período quando tivermos dois períodos. E 90 minutos quando for um período só."
Como será o perfil do Rogério treinador? "Sempre fui exigente comigo mesmo, antes de ser exigente com qualquer outro jogador. A alma precisa estar inserida dentro de cada profissional. Existe na grande maioria. Exista talvez um ou outro problema que foge do meu conhecimento, mas não tenha dúvida de que gostaria que todos pensassem o futebol como eu pensei. Se for necessário, vamos trabalhar isso."
"Preciso citar o trabalho ótimo do Jardine no sub-20. O São Paulo tem a oportunidade de conquistar dois títulos nessa categoria. Quero reduzir o elenco para que quando surgir um garoto com qualidade, possa trazê-lo para o profissional".
Rogério fala sobre o papel dos auxiliares: "Michael já sabia da qualidade dele como profissional. Pude conhecer o local da base do Liverpool e ele, durante uma hora, me mostrou como funcionava a base. Depois fui ver os treinos dele, vi um cara pronto para lidar com profissionais do mais alto nível. Ele está estudando português três horas por dia. Tenho certeza de que desenvolverá rapidamente."
O que pegou de cada treinador que teve contato? "Garanto que aprendi com todos eles. Convivi com 23 treinadores ao longo da minha vida e aprendi o que se deve fazer, o que não se deve fazer. Tento tirar uma mescla para o meu trabalho futuro. Você tenta puxar características de todos. Todos fizeram parte da minha formação como treinador", afirmou Rogério.
"O Charles trabalhou junto com a seleção brasileira na Copa América. Na Copa do Mundo, trabalhou com Camarões. Ele me acompanhou na Inglaterra, fez os mesmos módulos de curso que eu. Ele será uma sombra do Michael em campo na comunicação. Os trabalhos serão setorizados. Eu posso trabalhar com uma parte e os outros serão tocados por eles, que são altamente capacitados."
"Poderia ter chamado amigos, mas preferi profissionais do mais alto nível, que possam chegar e me completar. Já que não posso completar o curso da UEFA, trouxe quem já tem o curso para me completar. São profissionais que confio. O Charles também cuidará da parte de logística", afirmou Rogério.
Desafio de mudar o futebol brasileiro? "Seria muito pretensioso da minha parte falar isso. Não estou trazendo novos conceitos. Tenho os meus conceitos. Passei ao Michael e a nossa ideia bateu. O treino será montado no dia anterior, usarei dois campos por treinamento. Eles (Michael e Charles) têm muito a acrescentar. Sempre vou delegar funções, desde que as pessoas tenham competência."
Rogério fala sobre o papel dos auxiliares: "Michael já sabia da qualidade dele como profissional. Pude conhecer o local da base do Liverpool e ele, durante uma hora, me mostrou como funcionava a base. Depois fui ver os treinos dele, vi um cara pronto para lidar com profissionais do mais alto nível. Ele está estudando português três horas por dia. Tenho certeza de que desenvolverá rapidamente."

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