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» » » » Oswaldo: "O luto tem que ser respeitado, mas o campeonato tem que acabar"

No Parque São Jorge, consternação à parte pelo episódio com a Chapecoense, o discurso é tentar ganhar forças para levar o clube para a Copa Libertadores. Se no Internacional jogadores se posicionaram contra a realização do último jogo, no Corinthians não houve movimento semelhante. O discurso de Oswaldo de Oliveira é de visitar o Cruzeiro no próximo domingo em busca da vitória que manteria o clube na disputa. Abre Aspas:
"Toda e qualquer conjugação neste momento é muito difícil. Falamos aqui de um fato muito grande, com proporções inimagináveis. O luto tem que ser respeitado, com certeza, isso é irrevogável, mas o campeonato tem que acabar, precisa. Uma vez li um livro que contava a história da Segunda Guerra Mundial e os ataques frequentes dos alemães à cidade de Londres. A cidade acabou se habituando com aquela situação. Todo mundo estava trabalhando, camelôs vendendo comidas, e quando os ataques aconteciam, todo mundo corria para os bunkers, para o subsolo. Quando acabava, todo mundo voltava à rotina.
O que aconteceu com nós é de uma dimensão muito grande, difícil de administrar. Na medida que o tempo vai passando, vamos tendo vários tipos de informação e opinião. Respeito muito o que o pessoal do Internacional está dizendo e também acho que o Atlético-MG tem razão de não jogar contra a Chapecoense. No momento deste jogo tem que se prestar uma homenagem. Mas o campeonato tem que acabar, tem muita coisa para acontecer em uma rodada. Não sei se seria interessante uma troca, talvez jogar a rodada na quarta-feira e a Copa do Brasil no domingo, já que assim alterna o planejamento de todo mundo e as férias legais de todos os jogadores".
Apesar da postura de seguir firme em busca do objetivo do clube na temporada, várias foram as manifestações de tristeza após o acidente da última terça-feira. O clima do Corinthians no dia fatídico foi de bastante dificuldade para trabalhar e jogadores rapidamente dispensados. 
Havia muito em comum entre jogadores e funcionários do Corinthians e da Chapecoense. Lucca atuou com Cléber Santana no Criciúma, Ananias dividiu vestiário com Marlone no Sport, Oswaldo de Oliveira já havia trabalhado com os zagueiros Neto (sobrevivente) no Santos e com Marcelo, pelo Flamengo até bem pouco tempo. Até o auxiliar Fernando Lázaro dividia comissão técnica da seleção brasileira com o preparador Anderson Paixão. Mas, entre todos, o mais ligado à Chape era Vílson, que jogou na Arena Condá em 2015 e concedeu um depoimento emocionado no dia seguinte ao acidente.

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