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» » » "Retrospectiva": 2016, o ano do redescobrimento do Brasil

Busca pelo ouro, chegada de estrangeiros, histórias de superação, mergulho nas águas, caminhada pela terra, o fogo novo e sagrado aceso e a força do ar na respiração profunda em momentos decisivos. Todos esses elementos compõe as semelhanças entre o ano de 1.500 quando os portugueses chegaram ao Brasil para nos descobrir e o ano de 2016 quando os povos de 206 nações chegaram ao Brasil para nos redescobrir, para o mundo e antes mesmo para nós, brasileiros com muito orgulho e com muito amor.
Quando fomos escolhidos para sediarmos os dois maiores eventos esportivos mundiais sabíamos que o mundo olharia e viveria o mais profundo daquilo que somos e temos. Escolhemos oferecer a melhor parte e demos a todos o melhor do Brasil, que é mesmo o Brasileiro. Os Jogos Olímpicos não resolvem todos os problemas sociais, mas são um grande legado de esperança, união e amor dos povos para aqueles que sabem que no esporte se encontra todos os caminhos para que vidas sejam transformadas. Recebemos a todos na mais bela Olimpíada de todos os tempos e deixamos sementes de Brasil no coração e na retina de nossa história, dos que nos visitaram e nas gerações futuras, as quais poderemos com a vida dizermos que fomos protagonistas da trigésima primeira Olimpíada da era moderna.
Realizamos a mais simples e encantadora de todas as aberturas olímpicas, testemunhando a justiça realizada sobre a pira olímpica acesa por Vanderlei Cordeiro de Lima sobrevoar o sagrado Maracanã no 14 Bis de Santos Dumont. Os deuses do esporte certamente ficaram extasiados com o torcedor brasileiro, que de corpo, alma e coração fizeram a encarnação do espirito olímpico em um sangue verde e amarelo. O barão Pierre de Coubertin quando estabeleceu o lema olímpico: "Citius, Altius, Fortius, que em latim significa "mais rápido, mais alto, mais forte", em 1894, se felicitaria em ver que Poseidon escolheu tantos anos depois Michael Phelps para ser o deus das águas e que Zeus fez descer ao Engenhão o deus da velocidade Usain Bolt.
Fomos banhados pelos ouros de Rafaela Silva, Alisson e Bruno, Martine Grael e Kahena Kunze, Thiago Braz, Robson Conceição, Futebol e Vôlei Masculinos, prateados com Diego Hipólito, Arthur Zanetti, Aghata e Bárbara, Felipe Wu, Isaquias Queiroz (duas vezes) e Erlon de Souza e bronzeados com Mayra Aguiar, Maicon de Andrade, Poliana Okimoto, Arthur Nory, Rafael Silva e Isaquias Queiroz. Somos eternizados na história mais perfeita do esporte que se passou e gravou para o dia sem ocaso, onde seremos lembrados pela alegria, esperança e amor que demos a todos os que passaram pelo nosso Brasil nos últimos anos, guiando para Tokio e para todo o sempre os sonhos dos homens de boa vontade. Obrigado ao mundo por ter vindo e nos revelado que no cotidiano e nos momentos extraordinários sempre será tempo de nos redescobrirmos como brasileiros. Encerramos os Jogos Olímpicos em nossa pátria amada imensamente felizes por nossas raízes, festas e carnavais, sabendo que nos tornamos imortais por termos sido da geração olímpica do redescobrimento de nossa terra de Santa Cruz.

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