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» » » Canetadas: Enquanto a bola não rola

A época mais sonolenta do futebol são os dias em que estamos prestes a encerrar no estado de São Paulo nesta Sexta-Feira e que já foi encerrada em outros estados durante o final de semana que passou. As férias e a pré -temporada tem o dom reverso de suscitar as especulações, os falsos profetas e criar notícias enquanto a bola não rola. Pois enquanto ela está em campo buscando os gols, tudo é uniforme. Depende da capacidade de cada um ver algum jogo diferente, mas sempre com a mesma imagem para todos, seja ao vivo ou em tubo. São semanas boas para se conhecer o verdadeiro jornalista e aqueles que soltam qualquer manchete para se auto promoverem como primeiros anunciadores da boa nova. Que nem sempre é boa, pois falta verdade.
Os jornais, que estampam em suas capas diariamente o resultado, a análise do jogo e avaliam as atuações, são fadados a trazerem em suas manchetes as possíveis negociações, as prováveis contratações, os inegociáveis jogadores e as impossíveis chegadas. As invencionices são múltiplas. Se brinca com os sonhos do torcedores e se projeta a esperança de que ele terá um elenco melhor do que nós últimos tantos anos, as discussões de bar e também as virtuais são acirradas, os assuntos mais comentados do Twitter levam o nome do astro que talvez nunca tenha ouvido falar do clube em questão. Essa janela trouxe e não trouxe aquele alemão ao Santos, o marfinense ao Corinthians e o holandês ao São Paulo. Ronaldinho Gaúcho foi desapontado em inúmeras vezes e sequer a pobre Chapecoense escapou das especulações de um time inteiro e de outra metade de milhões em doações. Foi um Pratto cheio para o Palmeiras.
Antes de afirmar que se é próximo de conselheiros, amigo de dirigente, influente no grupo do Whats do clube ou ainda amigo do empresário, é preciso saber que acima do furo para o seu portal, é preciso não afundar a história construída por anos de outros colegas que não foram aventureiros e edificaram essa tradição que lhe deu esse emprego. É preciso respeito com o torcedor que tem como fonte as águas da sua notícia. Os meses de bola rolando apontam os que estudam, se preparam e amam o futebol, pela análise feita do que vêem. Os meses sem futebol desmascaram os que ficam nos porões do jornalismo esperando a sua vez, que assim como Drogba, nunca chegarão.

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