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O Corinthians ficou marcado nos últimos anos, mais precisamente desde o início da gestão de Andres Sanchez a ter em seu elenco um jogador que representasse um símbolismo de ídolo ao marketing, que demonstrasse o carisma necessário para trazer o torcedor a arquibancada e também fosse sinônimo de bola na rede. Foi assim com Ronaldo, Adriano, Pato e agora deve ser assim com Jadson. O meia é o novo reforço da equipe para a temporada de 2017, e assina por dois anos, com salário superior a R$400 mil mensais. As negociações duraram mais de quinze dias e tinham no tempo de contrato o grande entrave da negociação. O jogador de 33 anos pedia três temporadas de vínculo, enquanto o Corinthians oferecia os depois acertados dois anos. A pedida inicial de salário também foi reduzida em R$200 mil reais. Tudo certo com o novo referencial do Timão.
Em 2015 na campanha do título brasileiro Jadson, por muitos veículos de imprensa sequer foi apontado como o melhor jogador do elenco, em sombra a Renato Augusto, então como o chamar de ídolo? Pois é. Os tempos mudaram. E muito pelos lados de Itaquera. De 2015 para cá o Corinthians perdeu a linha condutora de títulos. Roberto de Andrade não tem autonomia no clube para tomar decisões e sofre processo de Impeachment, os conselheiros e dirigentes não se entendem e tem interferência direta nos resultados negativos da equipe. Tite saiu para brilhar na seleção brasileira e nenhum dos treinadores seguintes conseguiu estabilidade para trabalhar. Nenhum jogador se firmou no elenco, sequer Cássio, o ídolo do vitorioso mundial de 2012, por tantas partidas dando lugar a Walter. Jadson volta como a melhor lembrança palpável do último título do Corinthians. Irá ser referência nas mãos de Carille, discípulo de Adenor e irá trazer o torcedor as arquibancadas de Itaquera, sendo a esperança de um novo tempo.
Jadson saiu do Atlético-PR ainda novo e esteve na Europa por muitos anos, quando voltou chegou ao rival São Paulo disputando posição com o a época incontestável Paulo Henrique Ganso. Ouviu de Muricy Ramalho que não era um jogador que gostava de treinar, preguiçoso. Foi negociado em uma troca por Alexandre Pato. A irmã vibrou por te-lo no seu time de coração. A Fiel vibrou com a sua ascensão, no 4-1-4-1 de Tite, mas após começar na reserva de Lodeiro. Levantou o caneco e o vôo para a China. Jogou com Luís Fabiano e agora volta fabuloso para reger o espírito de um Corinthians que sempre precisa de alguém como Jadson, como diria o outro, excelente tanto no pessoal, como no profissional.

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