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» » » » » "Ele é melhor que Rooney"

Quando surgiu nas categorias de base do Palmeiras, Gabriel Jesus era visto pelo então treinador da equipe profissional Oswaldo de Oliveira, como um jovem que ainda não estava pronto para vestir a camisa do Palmeiras na equipe profissional. Mas ele treinava muito bem, e depois Marcelo Oliveira conviveu com a mesma pressão por escalar um jogador que todos apontavam como a maior revelação do clube nos últimos anos. Ele foi aos poucos conseguindo o seu espaço e se firmou na conquista da Copa do Brasil de 2015, com o interesse de clubes europeus já sendo despertados. Barcelona, Real Madrid, Chelsea, PSG, todos queriam o menino do olhar triste e de futebol alegre. Mas uma ligação iria mudar o destino de Jesus.
Pepe Guardiola telefonou diretamente para Gabriel, pedindo que ele aceitasse jogar pelo Manchester City e isso fez toda a diferença. Ele aceitou. Mas continuaria no Palmeiras até o final da temporada. E que temporada. 22 anos depois o clube de Palestra Itália chegou ao seu nono título brasileiro, com assistências, gols e um pedido a torcida de Jesus na partida final, sobre a Chapecoense: "Não se esqueçam de mim, pois eu nunca vou me esquecer de vocês". Impossível para os Palmeiras, para os brasileiros. Com a chegada de Tite, ele se tornou o camisa nove que a nossa seleção esperava há alguns anos. Perdeu o que seria o primeiro gol nas Olimpíadas logo na estréia, mas ganhou o ouro inédito em um Maracanã lotado, épico, eterno. Se tornou titular absoluto nas Eliminatórias, com gols na altitude. Sobrou atitude. Chegou a uma nova cidade.
Manchester acolheu o menino de Palestra logo nos primeiros dias deste novo ano. Logo marcou. Impedido. Logo deu assistência. Gol. Música. No Allianz a nota era gospel. Glória, Glória, Aleluia. É Gabriel Jesus. Na Inglaterra a nota é provocativa. Endiabrada. Contra os vermelhos. A letra é uma adaptação de uma canção tradicionalmente entoada por outras torcidas europeias. O meia Ozil, do Arsenal, é um dos atletas que já a ouviram com seu nome. Na versão para o brasileiro, os torcedores dizem: "Nós temos Jesus, Gabriel Jesus. Eu só acho que você não entende. Ele é o número 33. Ele é melhor que o Rooney. Nós temos Gabriel Jesus." Ele não é mais uma revelação, mas a esperança renovada do Hexa, do futebol arte, do Brasil, da terra e do céu.

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