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» » » » Canetadas: Chegada de Borja pede o esquema 4-1-4-1 no Palmeiras

Miguel Borja foi contratado pelo Atlético Nacional após se tornar o segundo maior goleador da história do Cortuluá com 32 gols. O seu auge aconteceu após a expulsão de Maicon pela primeira partida semi-final da Libertadores contra a equipe colombiana. Os 15 minutos finais no Morumbi somados aos 90 da segunda partida em terras colombianas deixaram aos brasileiros a melhor impressão possível do artilheiro. Ainda tem para contar o fato de ser o maior goleador do Torneio Abertura da Colômbia com convertendo 19 gols. Borja se tornou sinônimo de um Nacional vitorioso com a conquista da Libertadores e finalista da Copa Sul-Americana, seu mercado para vendas aumentou chegando até a Europa, mas finalizando mesmo no Brasil, ainda Soberano no futebol do continente. Feliz, ele chega para defender o atual campeão brasileiro, que outrora trouxe o seu amigo Guerra e Felipe Melo. Tem lugar para todo mundo?
O inexperiente Eduardo Baptista terá em seu elenco um celeiro dos melhores jogadores em atividade na América do Sul. Tão numerosas são as opções de escalações, quais os desafios de conquistas. Na temporada passada e nesse início de ano o esquema mais usado por Cuca e agora por Eduardo é o 4-3-3, com Roger Guedes e Dudu abertos pelas pontas, com então Gabriel Jesus e agora ainda Barrios, Willian e Alecsandro. Mas o grande segredo para o sucesso do Palmeiras para a conquista do Campeonato Brasileiro foi o uso do esquema com os volantes Tchê Tchê e Moisés lançando o ataque, por vezes ancorados por Jean. Com a chegada de Felipe Melo, a primeira volância foi tomada pelo "cachorro louco" e se mantido os esquema com três atacantes, Guerra completaria o meio de campo pedido a saída de Tchê Tchê ou Moisés, que no momento estão contundidos. Mas eles precisam voltar a equipe. Fernando Prass, Jean, Vitor Hugo, Mina e Zé Roberto devem compor o setor defensivo, Felipe Melo deveria compor a cobertura da zaga, formando o esquema 4-1-4-1, com Dudu pela ponta esquerda, Moisés e Guerra comporem o meio de campo e Tchê Tchê assumir a ponta direita ao lugar de Roger Guedes, Borja centralizado completaria o time.
O bom dito popular diria que é melhor ter sobrando a faltando, e assim o Palmeiras terá em sua torcida um quebra cabeça para ser montado a cada partida. O elenco é grande e qualificado para suportar todos os torneios que disputar e chegará a cada partida podendo ter o esquema e os nomes mudados, mas também precisará ser blindado para não ser tomado por uma história de vaidades que já destruiu a muitas constelações de estrelas em grandes e históricos clubes. Borja vem pelo dinheiro da patrocinadora Crefisa/FAM e torna as cores do verde cada mais dependente de Leila, a primeira dama do atual Palestra. O futebol brasileiro, e mais especificamente o paulista, tem se reforçado muito bem, principalmente com os homens gols, prestes a explodirem de felicidade a torcida que canta e vibra.

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