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» » » Canetadas: O bons trabalhos de Moisés Egert em Paulistas

Moisés Egert tem 40 anos, e ao menos em boa parte desses últimos anos de sua vida foi vivida com grandes sucessos em clubes das divisões principais do futebol de São Paulo. O técnico ficou famoso por levar o XV de Piracicaba de volta à elite do futebol paulista. Ele comandou o Nhô Quim nas Séries A3 e A2 e conquistou dois acessos consecutivos no início desta década. Após, Egert dirigiu o Noroeste na Série A2 e deixou o time na 11ª colocação, com 17 pontos ganhos - 5 vitórias, 2 empates e 5 derrotas. Ganhou ainda mais espaço no cenário do futebol paulista quando, com a Ferroviária engatou um excelente início de Campeonato Paulista na A1. Foi campeão da Copa Paulista com o Linense e fechou com o Mirassol para comandar a equipe no Paulista desse ano.
O início é o mais promissor possível e apenas na sexta rodada a equipe de Mirassol perdeu a sua invencibilidade, ainda diante do Corinthians em uma partida de cinco gols. O empate conquistado em pleno Morumbi na quinta rodada, após estar sendo derrotado por dois gols, e nos acréscimos, mostrou que mesmo frente ao São Paulo, Moisés não desistiu de colocar a equipe em busca do resultado positivo.
O interior paulista sempre viveu de bons nomes no comando a beira do gramado, os reis do acesso, como Edson Só, Jair Picerni, Osvaldo Alvares, Candinho, Paulo Roberto, Vagner Benazzi, Walter Zapparolli, Luis Carlos Ferreira, Luis Carlos Martins, Ademir Fonseca, mas o interior tem uma nova safra de vitoriosos. O técnico pode ser colocado ao lado de bons nomes que surgem no futebol como promissores treinadores para o futuro dos clubes, ao lado de Maurício Barbieri, com passagem pelo Red Bull e atualmente no Guarani, Felipe Moreira, estreando na Ponte-Preta, Junior Rocha no Novorizontino, Fernando Diniz, vice campeão paulista pelo Audax, Tarcísio Pugliese pelo Ituano, Paulo César Oliveira, em uma inovadora experiência pela Ferroviária e Alberto Valentim pelo Red Bull. O futebol sempre será uma constante renovação de todos os cargos que o compõe, inclusive no comando do banco de reservas, onde nomes novos sempre irão surgir para que com o óleo da juventude, sejam renovadas as engrenagens da roda da bola que nunca para de girar.

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