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» » » » » Canetadas: Por todos os ângulos é hora de que este empate seja lembrado

Uma lembrança boa começou embalando a noite do São Paulo no estádio do Morumbi. Assim como acontecia quando Rogério Ceni era jogador, o São Paulo tocou a música "Hells Bells", do AC/DC na hora que o time subia as escadas do vestiário, após o som do sino característico da banda do guitarrista Angus Young e o agito da torcida, a música foi cortada para ser executada a música do Campeonato Paulista. Depois que a menina rolou bastaram oito minutos para Lucas Pratto abrir o placar com a sua tradicional habilidade no cabeceio. Antes da bola rolar ainda o destaque ficou pelo som de "Lu-iz A-ra-újo", vindo da arquibancada tricolor no mesmo ritmo que costumava usar para homenagear Luis Fabiano. O menino Araújo é um ângulo oscilante dessa partida. Entrou como titular novamente, após ter perdido a vaga para Neílton na primeira etapa da Vila Belmiro e voltou a ser destoante da brilhante segunda etapa do clássico, perdeu boas oportunidades e nada efetivo criou. Desde a base companheiros de profissão destaca a sua ânsia por vezes exagerada em ser o melhor em campo. Foi substituído pelo sempre constante Neílton. Que segue sendo apenas um projeto de promessa ao futebol e se mantém fixo em nada ter produzido ainda com a camisa Tricolor.
Sidão precisa ser visto por outro ângulo por Ceni, que o vê como um jogador que sabe sair jogando com os pés, mas não tem demonstrado essa habilidade nas partidas iniciais, e se lembrarmos precisamente, o titular até as finais do Paulista e destaque por jogar com os pés era Felipe Alves. Maicon é um capítulo a parte, com um cruzamento para o segundo gol, esse de cabeça de Rodrigo Caio, e falhas consecutivas quando pensa ser mais habilidoso do que de fato é. Foi decisivo para a derrota com falha individual escandalosa após tentar sair com a bola nos pés em um drible perdido para a conclusão de Rafhael Lucas.
O ângulo deste empate com o sabor de derrota chega até Rogério Ceni, que realizou alterações pensando que a partida estava ganha, quando poupou Cueva e Cícero, desmontando o meio de campo, que recuou dando espaço a ataques adversários. Um empate após o gol de Xuxa no último minuto que saiu com sabor de derrota, mas que jamais deve ser motivo para afastar o torcedor Tricolor das arquibancadas, como na noite deste Sábado.
O que todas as falhas do jogo de hoje significam? Para avaliação da projeção de resultados na temporada ou de sucesso em alguma competição não serão úteis em nada. Apenas serão motivo de aprendizado se forem olhadas pelo ângulo diferente do que até agora via os selecionados para a partida. Rogério Ceni é o mais preparado para o cargo porque como ninguém deseja fazer dos erros, um oásis de esperança para o acerto. Tem os jogadores comprometidos com as suas idéias e precisa do apoio de cada São Paulino para que o jogo de hoje fique recluso apenas neste dia, com todos os ângulos sendo apontados para as vitórias que virão.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 2 X 2 MIRASSOL

Data e hora: 18 de fevereiro de 2017, sábado, às 19h30 (de Brasília)
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Árbitro: Leandro Bizzio Marinho
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho e Evandro de Melo Lima
Público e renda: 43.961 pessoas; R$ 839.869,86
Cartões amarelos: Luiz Araújo, Rodrigo Caio, Junior Tavares (São Paulo); Zé Roberto (Mirassol)
Gols: Lucas Pratto, aos oito minutos do primeiro tempo, e Rodrigo Caio, aos sete do segundo (São Paulo); Rafhael Lucas, aos 30 do segundo, e Xuxa, aos 46

SÃO PAULO: Sidão; Bruno, Rodrigo Caio, Maicon e Júnior Tavares; Thiago Mendes, João Schmidt, Cícero (Buffarini) e Cueva (Lucas Fernandes); Luiz Araújo (Neilton) e Lucas Pratto
Técnico: Rogério Ceni

MIRASSOL: Vagner; Tony, Wallace, Edson Silva e Raul; Willian, Paulinho (Ricardinho), Xuxa e Rodolfo; Wellington Junior (Bruno Sávio) e Zé Roberto (Rafhael Lucas)
Técnico: Moisés Egert

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