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» » » Carpegiani: "Agora vai ter que tirar do bolso um dinheiro desnecessário. O grande prejudicado foi o próprio Coritiba"

Foram 32 partidas pelo Coritiba, com 11 vitórias, dez empates e 11 derrotas acumuladas nesta passagem pelo clube que já comandou por outras vezes, em uma soma de 126 partidas, mas a história de Paulo César Carpegiani pelo Coxa tem mais uma pausa. O final do ano foi de muitas dúvidas e até mesmo um anúncio extra oficial de que ele não ficaria para esta temporada, mas acabou renovando e não passou do segundo mês do ano. O técnico era aliás o sétimo treinador de clubes da série A com maior permanência em um mesmo clube. Lastimável para o futebol e segundo declarações do próprio Paulo, uma ato que prejudicou grandiosamente o Coritiba. Para o clássico contra o Atlético-PR, o Coritiba será dirigido pelo interino Pachequinho. Nos próximos dias, o clube deve anunciar um novo treinador. O mais cotado é Marcelo Oliveira. Mas nomes como Jorginho e Levir Culpi, que estão disponíveis no mercado, e o de Cláudio Tencatti, do Londrina, agradam dirigentes do Coxa.
Abre Aspas para Paulo César Carpegiani em coletiva nesta manhã:
"Primeiro eu acho uma falta de convicção. Eu não havia muita vontade da renovação, mas foi insistido e eu acabei renovando. Iniciamos uma pré temporada com muitos problemas, pois muitos jogadores estavam lesionados e não fizeram a preparação adequada e isso reflete até hoje, tanto é que três jogadores nem estrearam ainda. Isso mostra a falta de convicção. Financeiramente o Coritiba poderia ter se privado disso, não precisava ter renovado comigo. Agora vai ter que tirar do bolso um dinheiro desnecessário. O grande prejudicado foi o próprio Coritiba.
Um exemplo disso que eu vou falar é em contratação. A comissão técnica se reuniu no fim do ano, apresentou uma lista com nomes pontuais. Vieram apenas dois ou três. Na medida que não conseguiam um ou outro traziam atletas com características semelhantes, mas diferente do pedido. Não quero falar em nomes, mas não quero ser taxado depois como o responsável por essas contratações. O trabalho estava no início. Não estávamos apresentando um bom futebol, temos consciência, mas não pode se apavorar desse jeito. Isso é trágico quando ocorre.
Isso são comentários que aparecem agora, que é levantado muito por políticos do clube e pelo pessoal da imprensa. Mas não existe isso. Sempre tratei os jogadores olhando nos olhos, com lealdade e honestidade. Se houve isso foi muita falsidade porque sempre dei liberdade a eles. Conversava muito sobre escalação e ouvia muito eles. Acredito que isso é conversa, não existe isso. O que existe é que perdemos para um time que não poderíamos e a culpa cai sempre no treinador."

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