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» » » » Começou com o pé esquerdo de Tchê Tchê

O início não foi como o esperado no desempenho, mas a vitória não deixou de vir no Allianz Parque graças ao pé esquerdo de Tchê Tchê. O meia do Palmeiras repetiu um gol que já havia marcado contra o Corinthians na temporada passada e deixou anotado um tento de rara habilidade para um jogador destro. Tudo com a canhota. Domínio. Condução. Chute. Comemoração. O que se pode chamar de começar com o pé direito aconteceu com o esquerdo. Uma vitória para aliviar quem espera um ano ainda melhor do que aquele que trouxe o título brasileiro em Dezembro. O ano será repleto de desafios e o elenco ainda será diferente do que esteve em campo neste Domingo, com as certas entradas de Guerra, Mina e Moisés. Aliás, foi do chara do homem que abriu o mar vermelho que o Palmeiras mais sentiu falta nesta tarde. Moisés é o principal responsável pela boa troca de passes da equipe e não teve em Felipe Melo ou Rafael Veiga um substituto a altura. No caso de Melo as características são diferentes e o Pit Bull chegou mostrando que veio mesmo para outras ações.
Após levar um chapéu de Samuel, do Botafogo-SP, o recém chegado deu o desarme e gritou na face do jogador caído. Levantou a torcida. Mas não a partida. Desde o primeiro minuto o jogo marcado por uma defesa forte da equipe de Ribeirão Preto e o Palmeiras usando de algo quase esquecido na academia de futebol, o lançamento direto da defesa para o ataque, com chutões e o salve se quem puder no rebote da bola aérea. Os passes, principalmente os de Dudu, saiam errados na hora da conclusão da jogada para o campo de ataque e não refletiam a posse de bola do Palmeiras, que em determinado momento da primeira etapa chegou a 72%. As faltas paravam excessivamente a partida e a cera do experiente goleiro Neneca, de 36 anos, chegavam a incríveis 28 segundos para a cobrança de um tiro de meta. Prass não passava dos 3 segundos.
Rafael Bastos chutava sempre de qualquer canto e quase nunca errava a direção do gol. Foi em uma finalização do Botafogo na segunda etapa que Prass soltou, a segunda finalização chegou a balançar as redes. Em vão. Impedimento. Michel Bastos e  Alecsandro entraram na segunda etapa nos lugares de Willian e Rafael Veiga respectivamente, mas não alteraram o rumo da estréia do campeão nacional no estadual. A terceira alteração sim preocupou, o autor do gol Tchê Tchê saiu lesionado para a entrada de Thiago Santos. Quem não saiu foi Zé Roberto. Ele atuou a partida inteira onde completou 100 jogos com a camisa do time que logo chegou dizendo que "é grande". Eduardo Baptista sabe disso por genética. O treinador teve uma feliz coincidência. Estreou contra o mesmo adversário que seu pai Nelsinho em 1992 também realizou a sua primeira partida no comando do Palmeiras. Contra o Botafogo-SP. E o resultado foi a mesma vitória por 1 x 0. O que Baptista Filho precisará que seja diferente é o final. De títulos. De Libertadores.

FICHA TÉCNICA 
PALMEIRAS 1 X 0 BOTAFOGO-SP 

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP) 
Data/horário: 5 de fevereiro, às 19h 
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza 
Auxiliares: Danilo Ricardo Simon e Luiz Alberto Nogueira 
Público/renda: 24.947 presentes/ R$ 1.472.194,47 
Cartões amarelos: Tchê Tchê (PAL); Matheus Mancini, Samuel Santos, Diego Pituca, Rafael Bastos (BOT) 
Cartões vermelhos: - 
Gol: Tchê Tchê, aos 1'/2T (1-0) 

PALMEIRAS: Fernando Prass; Jean, Edu Dracena, Vitor Hugo e Zé Roberto; Felipe Melo; Róger Guedes, Tchê Tchê (Thiago Santos, aos 29'/2T), Raphael Veiga (Michel Bastos, intervalo) e Dudu; Willian (Alecsandro, intervalo). Técnico: Eduardo Baptista. 

BOTAFOGO-SP: Neneca; Samuel Santos, Gualberto, Matheus Mancini e Fernandinho; Marcão Silva, Bileu, Diego Pituca (Bernardo, aos 33'/2T) e Rafael Bastos (Vitinho, aos 42'/2T); Marcão e Serginho (Wesley, aos 20'/2T). Técnico: Moacir Júnior

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