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» » » » "Eduardo presta atenção, essa torcida quer gritar é campeão"

Foram pouco mais de 23 mil presentes no Allianz Parque, mas sequer a própria torcida do Palmeiras se entendeu nesta noite da terceira rodada do Campeonato Paulista. Nem os 60% de posse de bola do Palmeiras, sendo 80% no campo adversário, ressaltados por Eduardo Baptista em sua entrevista coletiva pós jogo, foram suficientes para agradar uma certa ala da torcida, mais especificamente a "Mancha Verde", principal organizada do clube. Durante a partida essa parte da torcedores pedia a volta de Cuca e entoava o tradicional grito de "Burro" ao técnico recém chegado, sendo até mesma vaiada por outra parte da torcida dita comum. A pressão é incomum e difícil de se entender para o néo campeão brasileiro, mas o trabalho de Baptista tem o apoio dos jogadores, mesmo quando ele tem realizado escolhas que não agradam taticamente os escolhidos para estarem em campo.
Dudu, que durante a semana havia dado declarações afirmando que preferia atuar pelo lado esquerdo do campo (como foi escalado por Cuca na temporada passada), ao contrário do que foi escolhido na partida contra o Ituano por Baptista, nessa noite foi o primeiro a se manifestar a favor do técnico. Quando, aos 20 minutos da segunda etapa, marcou o primeiro gol do Palmeiras na partida não comemorou e seguiu para abraçar o treinador. Na zona mista pós jogo o atacante disse que se sente triste pela cobrança da torcida e pelos gritos que dão título a essa matéria. Felipe Melo correu em sua direção para festejar e após a partida também se manifestou dizendo que essa pressão vem da imprensa e não pode ser aceita com tão pouco tempo de trabalho.
Fernando Prass foi o responsável por duas boas defesas na primeira etapa que garantiram que o Palmeiras não saísse de campo sendo derrotado, e viu do seu gol o segundo tento do Palmeiras. Marcinho derrubou Dudu, questionavelmente fora da área, mas o árbitro entendeu ser pênalti, na cobrança Dudu mandou para o canto esquerdo no único espaço possível entre as mãos de Daniel e o gol. Baptista mostrou não ter compromisso com o erro e trouxe nesta noite Dudu de volta a ponta direita e promoveu a entrada de Michel Bastos e Rafael Veiga, que melhoraram dinâmica a partida. Os espaçamentos em campo foram evidentes, parecidos até mesmo com o time de Marcelo Oliveira, fazendo a equipe optar pelo popular chutão para a saída de bola, mas assim como outros pontos, não serão problemas para um elenco tão qualificado e um treinador estudioso como Eduardo Baptista. Os burros são outros.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 2 x 0 SÃO BERNARDO

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data: 16 de fevereiro de 2017, quinta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Público: 23.708
Renda: R$ 1.238.229,74
Árbitro: José Cláudio Rocha Filho (SP)
Assistentes: Anderson José de Moraes Coelho e Bruno Salgado Rizo (ambos de SP)
Cartões amarelos: Willian e Keno (Palmeiras); Vinícius Kiss e Geandro (São Bernardo)
Gols: Dudu (19'/2ºT) e Jean (32'/2ºT), para o Palmeiras

PALMEIRAS: Fernando Prass; Jean, Edu Dracena, Vitor Hugo e Zé Roberto; Felipe Melo; Róger Guedes (Michel Bastos), Moisés (Keno), Alejandro Guerra (Raphael Veiga) e Dudu; Willian. Técnico: Eduardo Baptista

SÃO BERNARDO: Daniel; Eduardo, Edimar, Anderson Conceição e Breno; Geandro, Rafael Costa (Marcinho) e Vinícius Kiss; Walterson (Patrick Veira), Edno e Rodolfo. Técnico: Sérgio Vieira

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