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» » » Revista Placar se reduz a Dossiês e extingue Guias e Noticiário Mensal

A Revista Placar durante muitos anos foi sinônimo de polêmica, credibilidade e informação precisa. Os seus guias eram obrigações no cotidiano do amante por esporte. Suas capas traziam bombas e entrevistas aguardadas. Seus profissionais eram qualificados para atuar em qualquer mídia e trazer noticias que apenas a revista possuía. Mas se neste texto tudo esta sendo tratado no verbo passado algum erro tomou conta desse caminho vitorioso e a manchete que lhe trouxe a essa leitura é triste e real. A Revista Placar, que chegou a ser distribuída todas as sextas-feiras não tem mais sequer uma edição mensal para atualizar aos seus fãs sobre o noticiário do mês, mas sim um Dossiê que irá recontar histórias do futebol e de atual nem mais os tradicionais e porquê não dizer sagrados Guias dos Estaduais, Libertadores, Brasileiro e Europeu.
A notícia sobre a extinção dos Guias tem sido dada a assinantes e leitores que procuram a editora Abril por mensagens em meios diversos. Aliás a mudança de editora foi marca desse declínio de Placar, que havia migrado para a editora Caras e teve em produtores argentinos uma reformulação que se imaginava agradável. As folhas da edição mensal foram inicialmente reduzidas, mas logo retornaram em uma Placar Pódio, segunda revista que acompanhava a edição mensal tradicionalmente recheada de futebol. A Pódio estreou em ano de Olimpíadas no Brasil e contava tudo sobre todos os esportes, sendo veiculada durante alguns meses, mas sendo extinta após uma queda nas vendas, atrelada a um aumento de valor dos R$13 aos R$15. O desânimo fez a revista voltar a editora Abril, que não consegue manter a Placar ativa pela pouca venda e apenas mantém a publicação com valores vindos do lucro de outras revistas da casa, como a líder de vendas "Veja" por exemplo. O mês de dezembro foi de avaliações na editora dos Civicta.
Mas a conclusão é a de que não é possível manter a contratação de setorista para a cobertura dos clubes, não é real a idéia de que se pode ter como antes grandes nomes do jornalismo fazendo da revista a maior ocupante de mesas, cabeceiras e casas do Brasil. Os amantes do futebol perdem sem páginas que são tradicionais portadoras da informação a muitos séculos. Reproduzir o próprio conteúdo em acervo não será suficiente para que se tenha o mesmo prestígio de outrora. Quiçá outras editoras e veículos possam ocupar o lugar vazio da história do nosso esporte.

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