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» » » » A Chapecoense é GIGANTE!

Este grito exclamativo que dá o título a esta matéria saiu do coração de cada torcedor que acompanhava fase a fase a Chapecoense na campanha da Copa Sul-Americana de 2016, e quanto mais ela ia deixando para trás os rivais, mas forte se entoava a verdade de sua grandeza. A tragédia de La Union levou ao mundo a certeza de que teria a Chapecoense que ser muito grande para passar por tudo o que se desenhava nas ironias do trágico descaso da companhia aérea LaMia. A reestruturação do clube aconteceu em dois meses e as portas do ano mais importante de sua história, onde teria pela frente a inédita Libertadores das Américas. A estréia em casa enfim estava a acontecer.
Como nos jogos da Sul-Americana de 2015 e 2016, o estádio pulsou. Mesmo antes de começar a partida, quando o ônibus da Chapecoense foi recepcionado por torcedores com sinalizadores, fumaça verde e o canto de Vamos, Vamos Chape. Era a receita que havia dado certo contra times argentinos do River Plate, Independiente e San Lorenzo. Mas mesmo a recepção não foi tão forte quanto no ano passado, ocorrendo num trajeto menor. Alguns jogadores como Grolli vibraram muito. Outros pareciam um pouco assustados. Quando começou a partida a Chapecoense mostrou certo nervosismo. O time do Lanús não deixava jogar e chegou a ter 71% de posse de bola nos primeiros 15 minutos. Em sua sexta Libertadores, os argentinos souberam catimbar. Nas divididas geralmente os jogadores da Chapecoense levavam a pior. Chegaram a cair dois atletas da Chapecoense num lance. Moisés Ribeiro teve que ser substituído aos 11 minutos. Rossi tentou um cruzamento que Wellington Paulista não alcançou. Reinaldo deu um chuta cruzado mas o goleiro defendeu. O Lanús também não levou grande perigo no primeiro tempo. A briga mesmo foi no meio, com muita transpiração.
No segundo tempo a Chapecoense conseguiu um gol logo no início com Rossi, que fazia sua estreia na competição. Na comemoração ele mostrou a camisa 7. A torcida da Chapecoense cantou o que seria um resultado que encaminharia a classificação. Mas o Lanús não demorou três minutos para empatar a partida. Aguirre aproveitou uma falha da defesa e marcou. A torcida da Chapecoense continuou cantando. Ainda mais quando o goleiro Artur pegou um chute à queima roupa de Acosta. Mas o campeão argentino voltou. Sand virou o jogo, de pênalti. E Acosta fez o gol. A Arena Condá silenciou. Foi possível ouvir as palmas do analista de desempenho do Lanús, comemorando um placar que recoloca seu time na briga por uma das vagas na segunda fase. O 3 a 1 embolou o grupo 7, que agora conta com todos somando 3 pontos, desempatados apenas no saldo de gols, onde a Chapecoense é a de pior colocação.
O próximo jogo da Chapecoense na Libertadores será no dia 18 de abril, em casa, diante do Nacional a espera de que o congelamento dos sentimentos em 29 de novembro de 2016 aos poucos vá dando lugar ao futuro glorioso que espera o primeiro clube de tantos e o segundo clube de todos.

FICHA TÉCNICA

CHAPECOENSE-1: Artur, João Pedro, Grolli, Nathan e Reinaldo; Andrei Girotto, Moisés (Osman) e Luiz Antônio; Rossi, Wellington Paulista (Túlio de Melo) e Niltinho. Técnico: Vagner Mancini.

LANÚS-3: Andrada, Gomez, Herrera, Braghieri e Velazquez; Marcone, Martinez e Aguirre (Rojas); Silva (Pasquini), Sand (Denis) e Acosta. Técnico: Jorge Almirón.

Gols: Rossi (C), aos quatro do segundo tempo e Aguirre (L), aos sete, Sand (L), aos 21.
Cartões amarelos: Osman, Rossi e João Pedro (C), Herrera (L)

Arbitragem: Enrique Cáceres, auxiliado por Eduardo Cardozo e Juan Zorilla (Paraguai)
Local: Arena Condá, em Chapecó
Público: 12.484
Renda: R$ 339.450

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