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» » » Baptista: "A torcida do Palmeiras é como uma mulher bonita. Quer uma rosa por dia"

O técnico do Palmeiras deu uma entrevista exclusiva ao jornal Lance, publicado neste sábado, 25 de março, onde fala sobre a torcida do Palmeiras e ainda disserta sobre os sistemas de jogo de Guardiola e Simeone. Abre Aspas:
"A torcida do Palmeiras é como uma mulher bonita. Todo dia você tem que oferecer uma rosa para ela. Se puder fazer 4 a 0, excelente, a torcida vem fácil. Mas no dia que estiver difícil você tem que mostrar garra, persistência, qualidade, não ficar rifando bola. Nós conquistamos até agora. Hoje, é outra rosa bonita que você tem que dar para eles, para essa mulher bonita. É uma conquista diária.
Quando a gente fala de sistema defensivo, eu gosto do Atlético de Madrid. A compactação das duas linhas, o comprometimento, a agressão. No sistema ofensivo, é o Guardiola, ele tem coisas diferentes e a gente tenta buscar. Estamos acompanhando a dificuldade dele na Inglaterra agora, é diferente do futebol alemão, do espanhol, e ele está tentando quebrar alguns paradigmas. A gente vai acompanhando e vai vendo como ele vai fazendo isso, está sofrendo, você vê que o time ora tem a cara dele ora não tem. Ele está tentando mudar.
Na época do Guardiola, qual era o sistema defensivo do Barcelona? Não tinha. Era um time que não errava passe, todo mundo jogava. Perdeu a bola? Pressão. Roubava a bola rápido e ia jogar de novo, então não tinha um sistema definido, ao meu ver. Não é que marcava no 4-4-2, no 4-3-3. No Atlético de Madrid, você tem jogadores que talvez não tenham a mesma qualidade daqueles do Barcelona, mas têm comprometimento, força. Equilibrar as características é um pouco difícil, mas dá para você ter um sistema bem sólido como é o de um e com qualidade como o de outro.
Para você fazer um trabalho ofensivo como o do Guardiola você precisa de tempo. Você vai sofrer no início. No Barcelona, não era o Guardiola. Lá o menino de oito anos já é formado para ter essa qualidade. Para fazer no Brasil você tem de correr alguns riscos, pode ter maus resultados no início. E no Brasil, com maus resultados, você é punido e perde o emprego. Essa impaciência em tudo, aquela pressa pelos resultados, talvez impeça um futebol assim. O que eu penso? Organiza primeiro a parte defensiva, ajusta, e aí você parte para a ofensiva."

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