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» » » » Brasil goleia o Uruguai no Centenário e se classifica para a Copa da Rússia

Vivemos uma noite histórica. Nossos olhos presenciaram a magnitude de um evento que ficará eternizado nas retinas do lendário e sagrado estádio Centenário, tanto quanto as suas entradas que registram o "Maracanazo" de 1950, também terão que relembrar para sempre a noite que garantiu a classificação do Brasil a Copa do Mundo de 2018. Sim. Se você que lê este texto acompanhou a transmissão pela emissora que detém os direitos em TV Aberta das transmissões dos jogos da seleção brasileira e disseram que o Brasil está com um pé e meio na Copa do Mundo do próximo ano, não acredite. A intenção era apenas a de valorizar e segurar a audiência para a próxima partida das Eliminatórias contra o Paraguai na próxima Terça-Feira. Matemática e Futebolisticamente estamos com os dois pés e de corpo inteiro em mais uma copa do mundo. O país do encheu os olhos dos brasileiros de orgulho e silenciou um místico estádio.
A raça uruguaia apareceu desde o primeiro minuto de partida, com divididas fortes e uma disposição extraordinária de Cavani.  Ele era a grande esperança de gols da Celeste após a suspensão de "Luizito" Suárez. E correspondeu imediatamente. Mas antes o centroavante do Brasil, que hoje era Roberto Firmino, parecia confirmar que a voltagem da partida era para os que estavam a mais de 220 V. Em um cruzamento que pedia os seus pés para que a primeira alegria fosse brasileira, ele não chegou a tempo. Não esperava a falha do zagueiro. Cavani esperava e tornou a primeira alegria Celeste. Quando Marcelo recuou a bola com o peito para Alison, Cavani se aproveitou e se antecipou a zaga brasileira para ser derrubado pelo arqueiro canarinho e criar o pênalti desejado. Marcelo costuma fazer esse recuo. O Brasil não pode se acostumar a ter um goleiro sem ritmo de jogo. Como tem sido peculiar na temporada européia, Cavani não desperdiçou a chance de gol. Pênalti cobrado com perfeição. O Brasil então buscou se acalmar e colocar a bola no chão com a posse que chegou aos 69℅. Neymar desequilibrou mais uma vez e partindo da lateral adentrou o meio campo para encontrar o carrasco dos uruguaios. Paulinho. Que na Copa das Confederações em 2013 marcou nas Semifinais o gol que classificou a seleção brasileira sobre a Celeste, mais uma vez calou os rivais. Ele recebeu um bom passe do camisa 10 Brasileiro e mandou no ângulo esquerdo de Martin Silva para empatar a partida.
A segunda etapa premiou o Brasil com mais três gols que silenciaram definitivamente o lendário Estádio Centenário. Philippe Coutinho na entrada direita da grande área e lançou a Roberto Firmino, posicionado na marca penal, que dominou, girou e bateu forte para a defesa parcial de Martin Silva, que espalmou para rebote de Paulinho chutar no meio do gol e virar a partida para os comandados de Adenor. O terceiro gol foi uma pintura. Miranda deu um bico na bola da defesa para o ataque, pela ponta esquerda Neymar recebeu e entrou na área para encobrir com um chute perfeito o adiantado vascaíno Silva. Um golaço. De quem vive a melhor fase da carreira. Quando os números finais já pareciam certos, eis que Paulinho aplicou mais um gol nas redes uruguaias. Daniel Alves, marcador e adaptado ao futebol italiano, mas também suspenso pelo terceiro cartão amarelo para enfrentar o Paraguai, cruzou aquelas bolas que a gente diz que foi colocada com a mão para Paulinho, de peito, encerrar a noite de goleada e escancarar os sorrisos nos brasileiros que novamente voltam a se orgulhar da seleção brasileira. De Tite. De recordes quebrados. Foi a quarta vitória seguida fora de casa pela primeira vez alcançada. Foi a sétima partida seguida com vitória, deixando para trás lendas como João Saldanha e Telê Santana. Foi a partida que iniciou a conquista do Hexa Campeonato Mundial de Futebol.

Foto: Lucas Figueiredo/ CBF

FICHA TÉCNICA 
URUGUAI 1 X 4 BRASIL

Local: Estádio Centenário, em Montevidéu (Uruguai) 
Data: 23 de março de 2017, quinta-feira
Horário: 20 horas (de Brasília) 
Árbitro: Patricio Loustau (Argentina) 
Assistentes: Diego Bonfa e Gustavo Rossi (ambos da Argentina) 
Cartões amarelos: Maxi Pereira, Godín e Coates (Uruguai); Casemiro, Marcelo e Daniel Alves (Brasil) 
Gols: 
URUGUAI : Cavani, aos 9 minutos do primeiro tempo; 
BRASIL: Paulinho, aos 18 minutos do primeiro tempo e aos 7 e aos 42 minutos do segundo tempo; Neymar, aos 29 minutos do segundo tempo

URUGUAI: Martín Silva; Maxi Pereira, Coates, Godín e Gastón Silva; Arévalo Ríos, Vecino, Sánchez (Hernández) e Cristian Rodríguez; Rolán (Stuani) e Cavani 
Técnico: Óscar Tabárez

BRASIL: Alisson; Daniel Alves, Marquinhos, Miranda e Marcelo; Casemiro, Paulinho, Philippe Coutinho (Willian), Renato Augusto (Fernandinho) e Neymar; Roberto Firmino (Diego Souza) 
Técnico: Tite

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