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» » » » » Canetadas: Mudanças de técnicos que surtiram efeitos diferentes

Ramon Díaz recuperou o grupo fragilizado e começou bem o torneio. Após a queda nas eliminatórias da Copa de 2014 onde ficou com a nona colocação, o torcedor do Paraguai renovou as esperanças com a boa campanha na Copa América em 2015 quando eliminou o Brasil e ficou com a quarta colocação, com elenco limitado, mas semelhante ao convocado pelo treinador nos últimos compromissos. Mas a oscilação e o receio em ficar fora novamente de um Mundial, as mudanças aconteceram.
"Estamos felizes pela escolha do professor Francisco Arce como treinador da Albirroja, porque é o mais indicado. É um grande conhecer do futebol paraguaio e um treinador que fez muito pelo nosso futebol. O contrato é até o último dia das Eliminatórias e, se nos classificarmos para o Mundial, o estendemos". Com estas palavras em 03 de Agosto de 2016, Robert Harrison, presidente da Associação Paraguaia de Futebol (APF) anunciou o ex-lateral-direito de Grêmio e Palmeiras, Francisco Arce para ser o treinador da seleção, cargo que ocupa pela segunda vez em substituição a Ramón Díaz. A chegada de um ídolo veio após a desastrosa participação na Copa América Centenário, competição na qual caiu ainda na primeira fase. Quando chamado Arce estava no comando do Guaraní, segundo colocado do Campeonato Paraguaio e abraçou a sua seleção na sétima posição das Eliminatórias, com nove pontos em seis jogos e fora do Mundial da Rússia. A tentativa por Arce revelou um grande desespero, parecido com Dunga na seleção brasileira. A primeira passagem de Arce pela seleção paraguaia não foi boa quando não conseguiu bons resultados no início das Eliminatórias para a Copa de 2014 e treinou a equipe sul-americana entre 2011 e 2012. Ele sabe disso. Disse isso. "Aceito o cargo. A primeira vez não foi boa, mas estamos mais experientes cinco anos depois", afirmou Arce.
A estréia com vitória por 2 a 1 sobre o atual campeão da Copa América, o Chile, no estádio Defensores del Chaco, em Assunção abriu novamente um leque de esperanças. Mas a viajem até Montevidéu para enfrentar o Uruguai e até Lima para encontrar o Peru trouxeram a realidade de volta, em goleadas sofridas e somadas as derrotas por placares mínimos para Colômbia e Bolívia. A sétima colocação atual é mantida desde a chegada do novo treineiro, pelas vitórias expressivas sobre a Argentina fora de casa e o Equador em casa. No Defensores del Chaco, o Paraguai costuma levar a melhor contra os adversários. No total antes do início destas eliminatórias, foram 52 jogos, com 31 vitórias, 8 empates e 13 derrotas. O apoio da torcida, principalmente pelo bom momento, pode fazer a diferença em retomar o sonho de chegar ao quinto mundial nos últimos seis disputados.
As semelhanças da seleção brasileira com a paraguaia por sua vez param na troca de técnico durante as Eliminatórias. Se a campanha de Arce alterna resultados, não se pode dizer o mesmo com as sete vitórias seguidas de Tite a frente dos canarinhos. O que será colocado em jogo em Itaquera vai além da classificação matemática que o Brasil pode alcançar em caso de derrotas de Equador e Chile ou ainda das últimas esperanças do Paraguai em entrar na zona de classificação para o Mundial da Rússia, mas sim coloca mais uma vez frente a frente um enfrentamento de longa data. A história de Brasil x Paraguai começa no dia 12 de dezembro de 1921, em partida válida pela Copa América daquele ano, em Buenos Aires quando o Brasil venceu por 3 a 0. A maior goleada em jogos entre as duas seleções foi no dia 17 de setembro de 1949, também pela Copa América, em confronto realizado no Rio de Janeiro, no Estádio São Januário: Brasil 7 a 0. O dia 29 de março, é aniversário de um chocolate que aconteceu na Copa América de 1959, 4 x 0, proporcionado pela nossa Seleção aos hermanos paraguaios lá na Argentina. A vantagem do Brasil é ampla: em 74 jogos, venceu 45, perdeu 10 e houve 19 empates. A Seleção Brasileira marcou 164 gols e sofreu 64 - o saldo positivo é de 100. Que venham novos números e lances para a memória do futebol.

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