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» » » » Esse Mina é Da Hora

O Palmeiras estreiou com vitória na primeira partida atuando no Allianz Parque nesta Libertadores de 2017. Mas escrever esta história em campo foi muito mais difícil que estar digitando, lendo ou falando esta crônica. A atuação do Palmeiras foi suada, sofrida, lenta e em alguns momentos até cômica. Os quatorze jogadores que vestiram a camisa do campeão brasileiro de 2016 tiveram que decifrar um quebra cabeça de muita paciência dentro das quatro linhas, que mais parecia uma ampola de chances que iam se esvaindo tal qual os segundos que passavam e não mais voltavam. A generosidade do tempo devolveu seis minutos dessa passagem de noventa e eles foram preciosos para que as pegadas do título da maior competição das Américas possa se concluir nesta temporada na mais famosa Academia de Futebol do país. 
Os mais de 38 mil presentes aguardavam está partida com expectativas que alternavam em valores, mas não no objetivo final. Todos têm a obsessão da Libertadores. Desde o primeiro minuto que a bola rolou foram alucinantes os gritos de gol que embalaram a equipe em busca de balançar as redes do Jorge Wilstermann, dos brasileiros Alex Silva e Thales. Eduardo Baptista optou por uma formação mais tradicional, aproveitando o entrosamento de Guerra e Borja, ambos vindos do colombiano Atlético Nacional. Dudu ficou aberto pela ponta esquerda e Michel Bastos entrou no lugar de Keno na ponta direita, somados a Felipe Melo e Tchê Tchê no meio de campo, este sacrificado em atacar para cobrir Zé Roberto pela esquerda e o Pitbull pelo meio. Durante os primeiros quarenta e cinco minutos quem mais fez ligações com o meio de campo e o ataque com precisão foi Mina, que estreou nesta noite pelo Palmeiras na Libertadores, já que na estréia do Verdão contra o Tucumãn, ele estava suspenso pela expulsão quando ainda atuava pelo Independente Del Valle, do Equador.
A segunda etapa começou com a torcida soltando o grito para empurrar o Palmeiras ao gol decisivo da vitória, mas não seria tão simples e rápido assim. Eduardo Baptista primeiramente optou pela entrada de Keno, autor do gol da estréia na Argentina, no lugar de Michel Bastos. As funções táticas de fato ele mudou apenas quando tirou Guerra para a entrada de Roger Guedes. Assim Dudu ficou centralizado e ele abriu pela ponta esquerda de campo. Já no desespero foi que veio a entrada de William no lugar de Tchê Tchê. Com cinco atacantes os chutes vinham de todo lado. E foi no último minuto de partida que Dudu lutou para conseguir uma falta e cruzar a bola na área, o goleiro adversário rebateu e após um reboteio seguido na área, o cruzamento foi feito para encontrar Mina, que com a mesma suavidade de suas danças, balançou as redes da equipe que após o apito final se revoltou pelo tempo já corrido do gol. Mas nada alterara a história de que a boa ideia sempre vem, mesmo que o futebol não seja com o mesmo brilhantismo.


FICHA TÉCNICA 
PALMEIRAS 1 X 0 JORGE WILSTERMANN 
Local: Allianz Parque, São Paulo (SP)
Data-Hora: 15/3/2017 - 21h45
Árbitro: Eduardo Gamboa (CHI)
Auxiliares: Claudio Ríos (CHI) e Edson Cisternas (CHI)
Público/renda: 38.419 presentes/R$ 2.565.095,57
Cartões amarelos: Mina (PAL), Olivares, Alex Silva, Aponte, Bergese, Thomaz Santos e Cabezas (WIL)
Cartões vermelhos: Olego (WIL) - Após a partida
Gols: Mina (50'/2ºT) (1-0)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Jean, Mina, Edu Dracena e Zé Roberto; Felipe Melo; Michel Bastos (Keno, aos 19'/2ºT), Tchê Tchê (Willian, aos 37'/2ºT), Guerra (Róger Guedes, aos 29'/2ºT) e Dudu; Borja. Técnico: Eduardo Baptista.

JORGE WILSTERMANN: Olivares; Morales, Alex Silva, Zenteno (Enrique Díaz, aos 41'/2ºT) e Aponte; Machado, Ortiz e Saucedo; Bergese (Rudy Cardoso, aos 16'/2ºT), Thomaz Santos e Cabezas (Olego, aos 36'/2ºT). Técnico: Roberto Mosquera.

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