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» » » » Máquina do Tempo: Como o melhor ataque do mundo se tornou o pior possível

A música cantada de véspera pela torcida do Flamengo: "Romário, Sávio e Edmundo, o melhor ataque do mundo", se tornou uma outra canção entoada pelas torcidas adversárias: "Pior ataque do mundo, pior ataque do mundo, pare um pouquinho, descanse um pouquinho, Romário, Sávio e Edmundo". O Campeonato Brasileiro de 1995 era o ano em que o Flamengo estava  comemorando o seu centenário e trouxe logo o melhor jogador do mundo naquele momento: Romário, que forçou a saída do Barcelona. Sávio já era da casa, da Gávea e sensação no estadual daquele ano perdido para o Fluminense. Mas o presidente Kleber Leite resolve abrir ainda mais os cofres e contrata Edmundo, o Animal. O jogador estava brigado com a diretoria do Palmeiras e também queria voltar ao Rio de Janeiro.
Mas na prática nada deu certo. Os resultados não vinham, os gols não saíam e a torcida cobrava. O Flamengo não saiu da parte de baixo da tabela e, por muito pouco, não flertou com o rebaixamento. Na Supercopa da Libertadores, o time foi melhor, chegando à final da competição, mas deixou escapar a taça, que ficou com o Independiente da Argentina. Além de não ter dado certo dentro de campo, o pior ataque do mundo deixou rastros fora dele. Foi nesta época em que eles começaram a se estranhar. A briga de egos foi muito grande. Também reclamavam muito da individualidade do garoto Sávio. No final das contas, o "pior ataque do mundo" jogou seis meses juntos, além do que Edmundo ficou lesionado um tempo razoável. E o que parecia uma grande sacada do Flamengo foi, na realidade, um pesadelo.

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