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Alguns fatores somados contribuíram para que a partida entre Ponte-Preta x Corinthians na tarde deste domingo em Campinas fosse sonolenta. O forte calor na cidade do interior paulista, somado aos desfalques do Corinthians por uma viagem desgastante de Cuiabá a São Paulo na noite de Quinta-feira, a pouca presença de público em partidas da Ponte-Preta no Majestoso, a falta de qualidade no meio campo das equipes para fazer o passe chegar aos atacantes em condições reais de gol, o pouco empolgante terceiro uniforme azul do Corinthians, que não faz jus a história do confronto entre as equipes, sendo 96 partidas apenas em Paulistas, com as decisões de 1977 (muito lembrada neste ano 40 do confronto) e 1979 e o pouco interesse pela própria partida que de pouco alteraria a situação de ambos na classificação a próxima fase. Tudo e mais um pouco foi suficiente para que nada fosse eficiente, senão uma bola parada de Lucca pelos mandantes e uma jogada individual de Jô para servir o zagueiro Léo Santos.
O técnico do Corinthians Fábio Carille disse antes da partida começar o desenho do que realmente foram os vinte minutos iniciais de jogo. O Corinthians, desgastado pela viagem que realizou de Cuiabá a São Paulo na noite de Quinta-Feira, após vencer o Luverdense pela Copa do Brasil por 2 a 0, mudou a sua tática inicial e iria pressionar a saída de bola da Ponte-Preta apenas após a metade da primeira etapa. Assim foi. Após esse período o Corinthians chegou mais ao campo de defesa da Ponte-Preta, com a partida ficando mais aberta. A Macaca com isso ganhou mais campo para ataque e revigorada com a parada técnica aos 30 minutos para a hidratação, encontrou em uma falta sofrida por Lucca o caminho para abrir o placar. O jogador, que pertence ao Corinthians, havia declarado durante a semana que iria comemorar caso fizesse gol contra a ex e futura equipe. E comemorou em cima de Cássio, que chegou atrasado para a bola na cobrança de falta executada pelo mesmo camisa 11, no canto direito. Quem nem chegou foram os outros dois jogadores que o arqueiro do Timão havia pedido na barreira, além de Maicon e Jadson. A abertura do placar não tirou a paciência de Fábio Carille, mas trouxe Kazim.
O turco entrou no segundo tempo em substituição a Léo Jabá, formando a dita não possível por muitos, dupla de ataque com Jô. Os resultados não foram imediatos, pois o Corinthians necessitava mesmo de quem fizesse a bola chegar ao ataque. Eis o homem: Marlone! Ele mudou a consistência tática do Corinthians dando mais liberdade para Rodriguinho descer ao ataque e chutar a gol. Foi em um desses tiros ao gol que o Corinthians conseguiu um escanteio, cobrado pelo próprio Marlone, que contou com uma excelente participação de Jô para que o zagueiro Léo Santos chutasse com categoria no canto esquerdo do imóvel Aranha. O Corinthians contou nesta partida com algo muito louvável, a dupla de zaga formada por zagueiros da base do clube, sendo Pedro Henrique e Léo Santos, esse substituindo a Balbuena, que saiu lesionado, assim como Lucca, autor do gol mandante. Após o gol, o ovacionado e ídolo da torcida Ponte-Pretana João Brigatti promoveu a entrada de Matheus Cassini, também cria do terrão do Timão, mas o efeito não se repetiu como com Lucca. Na saída de campo, o capitão da Macaca, Fernando Bob disse que "empatar com o Corinthians em casa nunca é ruim", e foi exatamente esse o retrato dos minutos finais no estádio Moisés Lucarelli. Ambas as equipes gostaram da sonolência do ritmo da partida, que ficou definida em um empate que mantém ambos líderes de seus grupos e podendo se enfrentar em uma semi-final.

Ficha Técnica 

Local: Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)
Data: 12 de março de 2017, domingo
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Vinícius Gonçalves Dias Araújo
Assistente: Danilo Ricardo Simon e Tatiane Sacilotti dos Santos
Gols: Lucca (Ponte Preta); Léo Santos (Corinthians)
Cartões amarelos: Jô, Jadson e Paulo Roberto (Corinthians); Clayson (Ponte Preta)

PONTE PRETA: Aranha; Nino Paraíba, Marllon, Yago e Jeferson; Fernando Bob, Matheus Jesus (Naldo) e Ravanelli (Matheus Cassini); Clayson, Lucca (Lins) e William Pottker
Técnico: João Brigatti

CORINTHIANS: Cássio, Léo Príncipe, Pedro Henrique, Balbuena e Guilherme Arana; Paulo Roberto; Jadson, Maycon, Rodriguinho (capitão) e Léo Jabá; Jô (Kazim).
Técnico: Fábio Carille

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