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» » » » Abre Aspas: Giovanna Tapigliani

Essa semana conversamos com Giovanna Tapigliani, de 20 anos, oposta da equipe do São Bernardo na Superliga Feminina de Vôlei. Ela iniciou a carreira inspirada em um familiar e começou a atuar no Corinthians, sendo formada no São Caetano e vivendo no São José a primeira experiência longe de casa. Ao contrário de muitas jogadoras não fica marcada apenas pela beleza, mas por um voleibol promissor na posição de oposta, que já foi de Sheila e atualmente, em sua opinião tem Paula Borgo como candidata a ocupar esse lugar. Ainda falamos sobre o polêmico ranking criado pela CBV para as campeãs olímpicas e projetamos o futuro em uma sonhada Superliga A.

Vagner: Como surgiu a sua vocação para o vôlei, se inspirou em alguém?

Giovanna: Tenho um tio na família que foi jogador de vôlei, ele me incentivou muito a começar no vôlei.

V: Você teve passagens recentes por São Caetano e São José. Que experiência levou de cada clube para a carreira?

G: São Caetano na verdade foi o meu segundo clube. Comecei com 8 anos no Corinthians, mas São Caetano foi praticamente minha formação como atleta, uma ótima base e experiência pra mim. 
São José foi minha primeira experiência longe de casa, foi difícil no começo para acostumar a ficar longe da família, mas não me arrependo de nada, a comissão técnica de lá foi sensacional comigo, gratidão é a palavra pra tudo que passei.

V: A Superliga tem sofrido uma polêmica com campeãs olímpicas protestando contra a CBV sobre o ranking das atletas. Como vê essa questão?

G: Na minha opinião, tem que acabar mesmo esse ranking. Não faz sentido essa pontuação deles, pra mim isso não tem base nenhuma é só prejudica o vôlei brasileiro.

V: Seu trabalho nesta temporada tem sido pelo São Bernardo, que está nos playoffs contra Barueri. Como está o ambiente do grupo e até onde esperam chegar?

G: Infelizmente ontem foi nosso ultimo jogo pela Superliga, não obtivemos sucesso no resultado, mas creio que nossa comissão técnica ficou feliz por chegamos até aqui, nossa equipe contava com atletas muito experientes como Ciça e Teny, mas também com meninas bem novinhas com pouca experiência, acho que podíamos ter feito melhor, claro! Mas tenho certeza que cada uma de nós demos o nosso melhor.

V: Você é oposta, assim como Sheila, que deixou a carreira na seleção brasileira recentemente. Estamos bem servidas para as futuras gerações nessa posição, quem são as prováveis substitutas de uma geração olimpica medalhista de ouro que vai se aposentando?

G: Acredito que a Paula Borgo, está em uma fase crescente da carreira dela, uma ótima oposta que pode ocupar esse cargo.

V: Você é uma das atletas mais lindas da Superliga. A beleza lhe atrapalha, ajuda ou não influencia?

G: Obrigada desde já pelo elogio! Rs 
Acredito que não me atrapalha em nada, tem sido normal.

V: Quais os planos futuros e onde sonha chegar no esporte e na vida pessoal?

G: Agora vou ter um tempo pra descansar e pensar onde vai ser melhor pra mim a partir de agora. Quero continuar a levar o vôlei como minha carreira mesmo, quem sabe daqui um tempo estar sendo vista numa Superliga A.

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