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» » » » Briga generalizada, Baptista furioso na coletiva e virada do Palmeiras

A semana do Palmeiras foi das mais conturbadas possíveis, com a eliminação no Campeonato Paulista para a Ponte-Preta, uma pública discussão entre Roger Guedes (que também não gostou de receber trote dos jogadores palmeirenses após perder uma aposta) e Felipe Melo, que o chamou de moleque, mandando que se calasse e as intermináveis críticas ao trabalho de Eduardo Baptista, já contratado sobre desconfiança. Aos canais ESPN, Alexandre Mattos, homem forte do futebol do clube, ainda veio a público para contrariar a tese de que o Palmeiras estaria sem comando. Para enormes tribulações, uma gloriosa vitória.  A partida no Uruguai foi tal qual foram os últimos dias da equipe de Palestra, com altos e baixos, mais precisamente um segundo tempo de enormes acertos do errante Eduardo Baptista na etapa inicial. O esquema de três zagueiros nos primeiros 45 minutos deu lugar ao tradicional 4-1-4-1, e Willian marcou duas vezes, além de Mina, para garantir a vitória do Palmeiras sobre o Peñarol de virada por 3 a 2. Mas o futebol infelizmente não será o principal assunto deste texto novamente. A briga generalizada após a partida e a coletiva de Eduardo Baptista merecem ao menos um parágrafo. Mas antes a bola rolando.
Com uma péssima atuação do Palmeiras, os uruguaios não tiveram problema para abrir o placar aos 12 minutos. Yerry Mina sofreu um puxão de Affonso dentro da área e se jogou. O atacante uruguaio aproveitou cruzamento da direita e, livre, mandou para as redes. O Verdão fazia sua pior atuação no ano e, com 39 minutos, o Peñarol ampliou. Em boa jogada trabalhada, que teve os palmeirenses apenas assistindo, o time uruguaio cruzou pela direita, Petrik desviou de cabeça para trás e a bola sobrou para Junior Arias, que emendou um voleio e fez o segundo. Para o segundo tempo, o Palmeiras precisou de  apenas três minutos para diminuir a desvantagem com um golaço de Willian. Jean cruzou da direita, Borja brigou pela bola e ela sobrou para o Bigode, que dominou, chepelou um adversário, e emendou chute de primeira, que desviou e foi no ângulo. Se no primeiro tempo Yerry MIna não teve sucesso ao se aventurara ao ataque, com 17 da segunda etapa, o colombiano foi as redes. Guerra brigou pela bola na esquerda e ela chegou a Jean do lado oposto. O lateral mandou na área e o zagueiro subiu bem de cabeça para mandar para as redes. Aos 27 minutos, o Verdão virou o jogo. Tchê Tchê acionou Guerra pelo meio, e o venezuelano, totalmente livre, arriscou chute da entrada da área. Guruceaga espalmou e, no rebote, Jean cruzou rasteiro e Willian só empurrou para as redes para fazer se segundo tento e virar a partida.
O início do entrevero entre jogadores do Palmeiras e do Peñarol não ficou claro, mas o goleiro Fernando Prass começou a discutir com o meia Nandez. O goleiro alviverde ficou pedindo a expulsão do adversário, que peitou o camisa 1. Na sequência, Felipe Melo chegou na confusão e o meio-campista Myer, que ficou no banco de reservas, foi para cima do camisa 30. O volante alviverde recuou, contido por Zé Roberto e, quando o uruguaio se aproximou, Felipe desferiu dois socos no adversário. A confusão se ampliou e os atletas tentaram correr para o vestiário, mas o portão estava fechado e impediu o acesso dos atletas. Quando foi aberto, Felipe Melo foi retirado pelos seguranças para o vestiário, enquanto Myer seguia perseguindo o palmeirense. A confusão que começou dentro de campo foi parar na arquibancada, com conflito de torcedores dos dois times. Depois de diversos objetos terem sido atirados de um lado para o outro, alguns torcedores do Peñarol conseguiram invadir um setor que estava sendo usado para separar as torcidas. Jogadores do time uruguaio foram até o local pedir calma para sua torcida. Enquanto a polícia tentava acalmar a arquibancada, os problemas seguiam nos vestiários, com confusão entre jogadores e seguranças.
Na coletiva, quando perguntado sobre a escalação de William, apenas na segunda etapa e a opção por Roger Guedes, tanto hoje, como quanto com a Ponte-Preta, o técnico Eduardo Baptista desabafou. Disse que o jornalismo esportivo está virando uma revista de fofocas e que repórteres setorista lançam teses mentirosas sobre o seu trabalho, sem sequer citarem a fonte, que se não é mentira que revelem. Acusou que a imprensa inventa crises e o taxa de maleável com problemas entre Felipe Melo e demais atletas, que ficam fazendo apostas para saber quem vai primeiro, se ele, Ceni ou Carille. Lembrou a história sua família no futebol e que é homem de caráter, verdadeiro, exigiu respeito e avisou que não responde mais perguntas que não forem sobre futebol na coletiva, fazendo citação a falas sobre discussões, pressão e vestiário.

FICHA TÉCNICA

PEÑAROL-URU 2 x 3 PALMEIRAS

Local: Estádio Campeón del Siglo, em Montevidéu, Uruguai

Data: quarta-feira, 26 de abril de 2017

Horário: 21h45 (de Brasília)

Árbitro: Roddy Zambrano Olmedo (EQU)

Assistentes: Luis Vera e Juan Macías (EQU)

Cartões amarelos: Nandez e Alex Silva (PEÑAROL); Felipe Melo, Edu Dracena e MIguel Borja (PALMEIRAS)

GOLS:

PEÑAROL: Affonso, aos 12, e Junior Arias, aos 39 minutos do primeiro tempo

PALMEIRAS: Willian, aos três, e Yerry Mina, aos 17, e Willian de novo aos 27 minutos da segunda etapa

PEÑAROL: Guruceaga; Petryk (Rossi), Quintana, Villalba e Hernández; Alex Silva (Ángel Rodríguez), Nandez, Novick (Dibble), Cristian Rodríguez; Junior Arias e Affonso

Técnico: Leonardo Ramos

PALMEIRAS: Fernando Prass; Yerry Mina, Edu Dracena e Vitor Hugo; Jean, Felipe Melo, Guerra e Egídio; Michel Bastos; Róger Guedes (Keno) e Miguel Borja

Técnico: Eduardo Baptista

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