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» » » » Muito mais do que uma vitória da Chapecoense

Quando a madrugada de 29 de Novembro de 2016 levou a vida de 71 humanos em Lá Unión, a divindade passou a nos presentar com toques de esperança. O Verde que unia os finalistas resplandeceu para fotossintetizar a raiz do renascimento para a história da Associação Chapecoense de Futebol. Quis o destino que o campeão da Libertadores fosse também o finalista da Sul-Americana ao lado da equipe de Chapecó. E tentou chegar a Medellín era justamente quem recebia nesta noite para a final de uma Recopa que entrou para a história. A começar pela autorização dada a que pela primeira vez na história a decisão acontecesse em um estádio com capacidade menor de 40 mil lugares, passando pela recepção calorosa que agradeceu à chegada da delegação do Atlético Nacional e findando com um emocionante "Show da Gratidão", que envolveu a participação dos prefeitos de Chapecó e Medellín, das diretorias dos clubes e dos sobreviventes Rafael Henzel, Neto, Alan Ruschel e Jakson Follmann.
A partida começou com o Atlético Nacional tendo a posse de bola, aproveitando os erros da Chape, mas sem conseguir assustar. Porém, a primeira chance foi do Verdão do Oeste: Reinaldo arriscou de longe e Armani fez boa defesa. Os colombianos chegaram a marcar com Daryo Moreno aos 21, mas o atacante estava impedido. Um minuto depois, a Chapecoense chegou com velocidade e após a finalização de João Pedro, a bola bateu no braço de Bocanegra e o juiz marcou a penalidade. Na cobrança, Reinaldo deslocou Armani e abriu o placar aos 23 minutos, 1 a 0. Após o gol, o Nacional buscou a reação, mas Macnelly Torres finalizou para fora. No último lance, Túlio de Melo marcou o segundo, mas cometeu falta no goleiro colombiano.
No segundo tempo, a Chape podia ter criado uma boa chance no contra-ataque, mas Luiz Antônio tocou fraco demais para Rossi que partia na velocidade. O Atlético Nacional respondeu em jogada ensaiada no escanteio, mas Bernal isolou. Aproveitando os contra-ataques, os donos da casa quase ampliaram após grande jogada de Apodi, mas na hora do cruzamento, Bocanegra não deixou a bola chegar em Túlio de Melo. Aos 13, o Nacional empatou: após corte da defesa, Macnelly Torres cortou para a canhota e acertou um lindo chute no ângulo de Artur Moraes, 1 a 1. Após os dois treinadores mexerem nas equipes, a partida ficou mais morna. Porém aos 28, Reinaldo cobrou escanteio e, como um raio, Luiz Otávio apareceu para cabecear de maneira indefensável para Armani e recolocar a Chape na frente, 2 a 1. O gol animou o Verdão do Oeste, que quase ampliou em mais uma puxada de contra-ataque do Rossi, mas Arthur não conseguiu completar para o gol. Após cobrança de lateral, Wellington Paulista cabeceou firme e o goleiro colombiano defendeu. Aos 43, Reinaldo cobrou uma falta direta para o gol e Armani espalmou para a área. Na sequência, Arthur ia entrando na área, foi derrubado mas o árbitro paraguaio não marcou a penalidade, no último momento da partida.

FICHA TÉCNICA
CHAPECOENSE 2 x 1 ATLÉTICO NACIONAL-COL

Local: Arena Condá, Chapecó (SC)
Data-hora: 04/4/2017 às 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Mario Diaz de Vivar (PAR)
Assistentes: Micialdes Saldivar (PAR) e Roberto Cañete (PAR)

Cartões amarelos: Apodi (CHA); Bocanegra, Henríquez e Arias (ATL)

Gols: Reinaldo (23'1ºT - 1 x 0), Macnelly Torres (13'2ºT - 1 x 1) e Luiz Otávio (28'2ºT - 2 x 1)

CHAPECOENSE: Artur Moraes; Apodi, Douglas Grolli (Luiz Otávio - INT), Nathan, Reinaldo; Andrei Girotto, Luiz Antônio (Moisés Ribeiro - 20'2ºT) , João Pedro; Rossi, Arthur e Túlio de Melo (Wellington Paulista - 26'2ºT). Técnico: Vagner Mancini

ATLÉTICO NACIONAL-COL: Armani; Bocanegra, Aguilar, Henríquez, Díaz; Diego Arias, Bernal (Mosquera - 32'2ºT); Dayro Moreno (Ramirez - 26'2ºT), Macnelly Torres, Ibargüen (Arley Rodríguez - 43'2ºT); Ruiz. Técnico: Reinaldo Rueda

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