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» » » » Que a dureza do prélio não tarda!

A Libertadores nos presenteou com mais um grande jogo na noite desta Quarta-feira. Histórico. O Palmeirense mais fanático não esperava vitórias tão sofridas quanto as que tem conseguido na maior competição do continente Sul-Americano, primeiro com o Jorge Wilstermann pela partida inicial em casa, agora contra o campeão uruguaio Peñarol. Todas depois dos 50 minutos, ambas com gols de defensores, antes Mina e hoje Fabiano, o mesmo que ficou para a história com o gol sobre a Chapecoense, no dia da conquista do título brasileiro, e quase não ficou em negociação tumultuada com o Cruzeiro. A catimba uruguaia, a falta de comando da arbitragem, expulsão, a de Dudu pelo Palmeiras e que veio enquanto acontecia a expulsão do técnico do Peñarol, a força física sobre a técnica e vice-versa. Que jogo para mostrar o quanto o futebol respira em nossas veias, e seja contra ou favor, todos que amam o esporte passaram pelo Allianz Parque direta ou indiretamente nesta noite de Libertadores. Daquelas que não acabarão jamais quando os ponteiros passarem pela meia noite. É jogo inteiro. Com o emocionante triunfo o Palmeiras chegou aos sete pontos na Libertadores, retomando a liderança do Grupo 5, perdida após a vitória do próprio clube da Bolívia sobre o Atlético Tucumán-ARG. O time brasileiro agora é seguido pelos bolivianos, que somam seis pontos, Peñarol, com três, e Tucumán com apenas um. Na próxima rodada da Copa Libertadores, o Palmeiras visita o Peñarol no Estádio Campeón Del Siglo, no Uruguai, dia 26, às 21h45 (de Brasília). Antes, pela semifinal do Campeonato Paulista, o Verdão tem duelo marcado contra a Ponte Preta no Moisés Lucarelli, neste domingo, às 16h.
A partida começou ditando a tônica do que foi a primeira etapa, com o Peñarol usando a força física para controlar a partida e o Palmeiras, que deveria se impor pela técnica, pouco usava das jogadas de bola rasteira em velocidade. Quando fez, chegou ao gol adversário com perigo. A primeira chance alviverde surgiu aos nove minutos pelo lado direito, o mais fraco do Palmeiras no primeiro tempo. Guerra deu ótimo passe para Fabiano chegar à linha de fundo. O lateral tocou para atrás e Willian dominou de frente para o gol, mas preferiu tocar para Tchê Tchê, que chegou batendo para a defesa de Guruceaga. Os uruguaios chegaram com perigo em dois cruzamentos de Junior Arias. Com 31 jogados, em novo ataque visitante pelo lado direito, Junior Arias bateu escanteio, Fabiano ficou para trás na marcação e Ramón Arias subiu completamente livre para testar forte para o fundo do gol, sem chances para Fernando Prass.
O Palmeiras voltou do intervalo em ritmo eletrizante e começou o segundo tempo amassando o Peñarol em busca da virada. Com menos de um minuto, Guerra fez ótima jogada e a bola sobrou para Borja, que finalizou, mas Guruceaga salvou os uruguaios. Ainda no primeiro minuto, Fabiano cruzou na área, Edu Dracena desviou de cabeça e Borja ficou novamente na frente do gol. O colombiano estava marcado e bateu mascado, mas a bola sobrou para Willian, que só completou para o gol. Com cinco jogados, saiu a virada alviverde. Fabiano cobrou lateral e Borja tocou para Guerra. Arias falhou na cobertura e deixou a bola passar. O venezuelano avançou livre pela direita e cruzou rasteiro para Dudu, que deu um tapa para o fundo das redes. Quatro minutos depois, após cruzamento da direita, Dudu foi empurrado dentro da área por Petrik. A arbitragem anotou pênalti, mas na cobrança, Miguel Borja chutou por cima e isolou a oportunidade de ouro. Aos 29 minutos, mas o Alviverde pecou na finalização mais uma vez. Michel Bastos recebeu de Dudu pela direita completamente livre, bateu com a canhota já dentro da área, mas Guruceaga fez a defesa. No rebote, Tchê Tchê ajeitou e finalizou, mas Lucas Hernández salvou em cima da linha e abola ainda tocou o travessão. A punição veio no minuto seguinte. Em cobrança de falta, Quintana apareceu livre dentro da área e tocou de cabeça, mas Fernando Prass fez grande defesa. No rebote, Gastón Rodriguez mandou para o gol e empatou o jogo. O Palmeiras perdeu outra chance claríssima aos 32 minutos. Guerra dominou pelo meio e deu linda enfiada para Willian. O Bigode recebeu em velocidade e driblou o goleiro Guruceaga, mas já sem goleiro, mandou a bola no travessão. Nos minutos finais, ainda houve tempo para que Dudu acabasse expulso de campo. O camisa 7 passou dois minutos tentando cobrar falta na área uruguaia, mas um adversário ficava na frente para irritar o palmeirense. Por fim, já aos 54 minutos, Michel Bastos cobrou em escanteio pelo lado esquerdo, Fabiano subiu mais do que todo mundo e testou a bola com força. Ela ainda bateu na trave antes de entrar e enlouquecer todos os presentes na Arena alviverde, para aliviar Eduardo Baptista e fazer Felipe Melo na saída de campo declarar ao canal SporTV, que foi vítima de racismo de Rodriguez durante a partida e encerrar a noite com os risos gerais ao dizer que "a mulher do uruguaio deve ter traído ele com negão para tanto trauma assim". Que o o coração palmeirense jamais traia o seu torcedor em tanto sofrimento e emoção.

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 3 X 2 PEÑAROL-URU

Local: Estádio Palestra Itália, em São Paulo-SP

Data: quarta-feira, 12 de abril de 2017

Horário: 21h45 (de Brasília)

Árbitro: Roddy Zambrano Olmedo (EQU)

Assistentes: Luis Vera e Juan Macías (EQU)

Público: 38.483 torcedores

Renda: R$ 2.582.842,67

Cartões amarelos: Yerry Mina e Felipe Melo (PALMEIRAS); Guzmán Pereira, Ramon Arias, Gastón Rodriguez, Cristian Rodríguez, Petrik, Affonso, (PEÑAROL)

Cartão vermelho: Dudu (dois amarelos)

GOLS:

PALMEIRAS: Willian, ao primeiro minuto da segunda etapa, Dudu, aos cinco, e Fabiano, aos 54

PEÑAROL: Ramón Arias, aos 31 do primeiro tempo, e Gastón Rodriguez, aos 30 minutos da segunda etapa

PALMEIRAS: Fernando Prass; Fabiano, Yerry Mina, Edu Dracena e Zé Roberto; Felipe Melo; Willian, Tchê Tchê, Guerra e Dudu; Borja

Técnico: Eduardo Baptista

PEÑAROL: Guruceaga; Petrik, Quintana, Ramón Arias e Lucas Hernández; Nández, Novick (Gastón Rodríguez), Guzmán Pereira e Cristian Rodríguez; Affonso (Perg) e Junior Arias (Ángel Rodríguez)

Técnico: Leonardo Ramos

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