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» » » A coletiva de Cuca em apresentação no Palmeiras

Método de trabalho:
"Não tenho um uma maneira de trabalhar. Gosto de jogar mais a frente, marcando. Eles já sabem. Não tem muita mudança do que o Eduardo fazia. Era um sistema bom, ele variava. Como temos uma necessidade muito grande de vencer e uma responsabilidade muito grande, é natural que tenhamos um time muito forte. Se tiver no mercado algo que achemos bom, vamos conversar."

Contratações:
"Eu nunca ouvi falar do Danilo Avelar e o Ganso não tenho acompanhado. Isso é novidade (ter pedido esses nomes). Aquela equipe (campeã) ta aqui. Foi o melhor time do Paulista em pontos. Teve um dia ruim em Campinas e ficou de fora. Mas é uma continuidade do trabalho do Baptista."

Libertadores:
"Hoje estamos numa condição mais favorável que no ano passado (na Libertadores). A Libertadores nesse ano é mais espaçada. Dá um tempo maior. Acho que vai dar para estar inteiro. Se tiver que priorizar, claro que vamos priorizar o que for maior e o que estiver mais próximo do final."

Títulos:
"Quero poder vencer com o Palmeiras, mas são competições difíceis. Assim como o Palmeiras quer vencer, os outros da Libertadores também querem. Temos que nos preparar bem, precisamos estar super preparados para essa conquista. O papo com os jogadores vai ser algo mais informal, para ter o sentimento do grupo. Fiquei de fora vendo futebol, não só o Palmeiras, mas da pra ter uma ideia boa do que eu quero para o Palmeiras."

Problemas de vestiário:
"O próprio periodista achava que o Cuca tinha problema no vestiário, não tinha clima bom. Mas nunca teve isso."

Superstição:
"A calça ficou pro Palmeiras, quando acabou o campeonato, e o pessoal me pediu e eu deixei lá, R$350 (risos)"

Eduardo Baptista:
"O Eduardo fez um trabalho bom. Entrar naquele momento no Palmeiras, mesmo se eu tivesse continuado, ia ser complicado. Hoje o Palmeiras tem uma necessidade maior do que no ano passado. O Eduardo passou uma sensação muito boa para quem assistia os jogos. Uma equipe de ficar com a bola, controlar o jogo. Infelizmente, não chegou à final do Paulista."

Pressão:
"Esse investimento grande não foi para o Palmeiras só de agora. A pressão é igual porque é Palmeiras. Você tem que estar todo dia jogando bem. O Palmeiras, se ele for passando de fases na Copa do Brasil, vai ter 31 jogos seguidos 'domingo e quarta', sem parar."

Trabalho:
 "Acho que hoje temos um trabalho menos difícil que da outra vez, pois eu vinha de dois anos da China. Agora não, assistia todos os jogos, tenho um conhecimento de grupo. Isso abrevia muito tempo. Vim no caso pensando muitas coisas em cima de time. Muitos dos que vieram, foi por indicação minha. Pode ganhar tudo, mas não precisa falar todo. Hoje tem que trabalhar quietinho, como mineiro. Hoje, se o Palmeiras ganhar de 1 a 0, ele é questionado. Isso é uma coisa que nós mesmo nos intitulamos assim. Tendo uma visão de fora, é uma coisa desnecessária para nós puxar uma responsabilidade tão grande."

Elenco:
"Se a gente fizer um comparativo do time do ano passado com o time desse ano, foi trocado, mais ou menos, o Moisés pelo Felipe Melo, o Guerra pelo Cleiton Xavier, e o Borja ou o William pelo Gabriel Jesus. Os demais, é o mesmo time. Essa pressão, o Palmeiras não precisa puxar para si. Ele tem a necessidade de ganhar os títulos, mas não a obrigação."

Futebol:
"Futebol não é assim, você não vai ganhar todos os títulos porque você investiu mais que o outro. Se não o Novo Hamburgo não seria campeão. Esse momento do Palmeiras é um momento inverso. Não tem que vir aqui e falar que vai ser campeão. Hoje, o Palmeiras se auto pressionou por falar que vai ganhar tudo. Isso foi prejudicial até para o Eduardo. No primeiro campeonato que ele não ganhou, ele já sentiu isso."

O ano de 2017:
"Aquele episódio em que eu falei que o Palmeiras ia ser campeão brasileiro, aquilo foi uma ajuda que eu pus aos jogadores. Um dia antes a torcida havia vindo ao CT. É um ano em que a responsabilidade é maior em virtude do Palmeiras ser campeão."

A volta:
"Eu, na verdade, estava com alguma dúvida em voltar ao Palmeiras, porque é muito precoce. Eu tinha uma condição de sair. Um dos motivos principais que me fizeram vir ao Palmeiras foi o conhecimento de casa. Hoje temos uma responsabilidade muito maior, mas o conhecimento de casa que abrevia uma boa parte do trabalho. Eu saí do Palmeiras no começo de dezembro, quando avisei que não iria ficar por motivos pessoais que eu pretendia dar uma atenção maior. Não determinei um prazo de quanto tempo ficaria parado."

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